Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

Cataguases tem 2 casos de Sarampo confirmados; no Estado são 21

Adultos com idade entre 20 e 49 anos tem até o dia 31 de agosto para se vacinarem contra o Sarampo. 
Em Minas Gerais, apesar da expectativa em vacinar mais de 9 milhões de pessoas nesta faixa etária na Campanha Nacional de Vacinação Indiscriminada contra o Sarampo, apenas pouco mais de 1 milhão de doses foram aplicadas até o momento. Uma cobertura vacinal de 11,64%, bem abaixo do esperado, contra o vírus do sarampo, que voltou a circular no país em 2018.

Segundo informe Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde, desde o início do ano de 2020, foram confirmados 21 casos de sarampo no Estado. Belo Horizonte, com 8 casos, é o primeiro da lista, seguido pelo Município de Juiz de Fora com 4 casos. Cataguases e Conselheiro Lafaiete tem 2 casos confirmados cada e os municípios de: Betim, Iturama, Miraí, São Sebastião do Paraíso e Três Pontas, tem 1 caso cada.

O Sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença começa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

No quadro clínico clássico, as manifestações incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão à luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral). A evolução da doença pode originar complicações infecciosas com amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar à óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aerossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode se manter em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

Com informações da SES/MG

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