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Margarida Salomão é a primeira mulher eleita prefeita de Juiz de Fora

Com 144.529 votos (54,98%), Margarida Salomão (PT) torna-se a primeira mulher na história de Juiz de Fora a comandar o Executivo. O concorrente, Wilson Rezato (PSB) obteve 118.349 votos (45,02%) após 100% das urnas serem apuradas neste domingo (29).  O  ex-vereador  Kennedy Ribeiro (PV) será o  vice-prefeito. Maria Margarida Martins Salomão, tem 70 anos, é graduada em Letras, mestre em Linguística, Pós-Doutorado pela University of California, foi  reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) por dois mandatos consecutivos,  secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora entre os anos de 1983 e 1988 na então gestão de Tarcísio Delgado. Em 2010 candidatou-se a Deputada Federal, ficando como primeira suplente, assumindo o cargo em 2013, sendo a primeira mulher  de Juiz de Fora eleita deputada federal, sendo reeleita em 2014. Esta é a quarta vez que Margarida Salomão se candidata à Prefeitura de Juiz de Fora, tendo perdido em 2008 para Custódio M
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Desembargador dá prazo para Câmara de Cataguases se manifestar em Ação de Inconstitucionalidade na Lei que ampliou prazos para licitação de ambulantes

Foi lida na sessão da Câmara desta terça-feira (19), ofício do desembargador Wander Paulo Marotta Moreira, do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, que é relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) relativa à Lei do ex-vereador Serafim Spíndola que ampliou o prazo para que o Município realize licitação de ambulantes, contrariando Termo de Ajuste de Conduta (TAC), celebrado em 2015 pelo então prefeito Cesinha Samor com o Ministério Público obrigando o Município a realizar tal licitação em um prazo de 2 anos. A Lei de Serafim alterou o prazo para 5 anos.

Conforme o ofício, a ação de Inconstitucionalidade foi requerida pelo Procurador geral de justiça do Estado de Minas Gerais tendo como demandados o prefeito e presidente da Câmara.

Além de informar, o ofício estabeleceu prazo de 10 dias para que o presidente do Legislativo possa enviar informações se assim quiser. 

Segundo o presidente Ricardo Dias ele pretende aguardar o julgamento da ação para tomar providências.

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