Polícia Civil apura caso de estupro de vulnerável em Juiz de Fora

Uma ação foi deflagrada nesta segunda-feira (25/1) com o intuito de cumprir mandados de busca e apreensão em desfavor de um investigado, 30 anos. Nesta segunda-feira (25/1), a Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu mandado de busca e apreensão em desfavor de um homem de 30 anos, suspeito de ter praticado estupro de vulnerável, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Após denúncia de que uma garota - que na época dos fatos tinha 11 anos - teria sido abusada sexualmente em uma escola pública na cidade, no final de novembro de 2018, policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento realizaram uma ação que resultou na apreensão de dois celulares, dois notebooks e de uma CPU, na residência do homem.  Conforme informações da delegada Ione Barbosa, a perícia está atuando na análise do material. “Até o momento, alguns materiais serão enviados para Belo Horizonte para serem analisados. O suspeito também está sendo ouvido e estamos no aguardo do resultado da perícia para to

Vereadores de Cataguases derrotam Michelangelo e impõem abono de R$ 500 para os servidores do Legislativo

A Câmara de Vereadores de Cataguases, aprovou na noite desta terça-feira (12), abono salarial de R$ 500,00 para os servidores do Legislativo que trará um impacto na folha de mais de R$ 23 mil.

Desde que foi levado ao plenário pelo vereador sargento Jorge Roberto (PHS), em outubro deste ano, com o apoio de mais 3 vereadores da Frente Popular: Maria Ângela Girardi (PROS), Rogério de Oliveira Ladeira (PHS) e Rafael Rodrigues Moreira (PRB), além do vereador Paulo Alberto Costa Milani (PT), o Projeto de resolução número 14/2017, que pretendia conceder abono Cesta de Natal aos servidores ativos da Câmara Legislativa de Cataguases, no valor de R$ 900,00 causou polêmica pois foi declarado inconstitucional devido ao fato de não ter partido da Mesa Diretora com aprovação do presidente que é o ordenador de despesa. Na época, o autor do projeto, sargento Jorge Roberto pediu para que o projeto fosse retirado da pauta para não ser arquivado.

Como o projeto não havia sido arquivado, o vereador Mauro Ruela (PTC), resolveu fazer um substitutivo ao projeto baixando o valor para R$ 500 e retornar a discussão para o plenário.

No início da sessão, o vereador Michelangelo Correa, bem que tentou evitar a votação, colocando uma emenda ao substitutivo para que este voltasse as comissões, no entanto, a emenda foi rejeitada por unanimidade pelo plenário.

Da mesma forma que antes, o procurador geral da Câmara, Ricardo Spínola, declarou o substitutivo ilegal e inconstitucional, por não partir do presidente, que é o ordenador de despesas. Já o relator da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), vereador Vinícius Machado, mudou seu parecer do projeto original e declarou o substitutivo, legal e constitucional. Questionado porque mudou seu parecer, o relator não deu justificativa. 

O autor do substitutivo, vereador Mauro Ruela, justificou seu projeto, alegando que devido a crise que o Município atravessa, ele não estava favorável ao primeiro valor, mas que como este abono já foi pago em vários anos, ele resolveu fazer o substitutivo para que os servidores trabalhem mais animados.

Ricardo Dias se manifestou favorável ao substitutivo e disse que os responsáveis são todos que votarem e não apenas o vereador Mauro Ruela, que cada vereador deve arcar com o ônus e o bônus de seu voto.

Colocado em votação, o substitutivo foi aprovado com 11 votos favoráveis e 4 contrários. Votaram contra os vereadores: Michelângelo Correa (PSDB), Henrique Thurran (PRTB),  Hercy Neto (PROS) e Gilmar Canjica (PSDB). Este último, justificou seu voto dizendo que iria pagar o abono ao seu assessor do seu bolso.

Comentários

  1. Na proxima eleição vamos mudar esta camara 100%. Não vai sobrar um vereador. Estamos de olho!!!!

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