PCMG prende em flagrante suspeito pela prática dos crimes de tortura e de cárcere privado em Visconde do Rio Branco

Também foi cumprido mandado de prisão em desfavor do investigado, de 29 anos, após apuração de denúncia relacionada à violência doméstica Na quinta-feira (3/12), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu em flagrante um homem de 29 anos, suspeito de cometer os crimes de tortura e de cárcere privado. A ação ocorreu, após apuração de denúncia relacionada à prática de violência doméstica contra a companheira do investigado. Conforme informações do delegado Aldrey Toledo Ribeiro, no fim de novembro, foi instaurado inquérito policial para apurar os fatos, assim que a PCMG recebeu relatório social do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) com a denúncia, noticiando que a vítima estaria vivendo, há algum tempo, em situação de cárcere privado e de tortura. “O referido documento informava ainda que a mulher seria trazida para a delegacia, no dia 02 de dezembro, quando teria uma consulta com a psiquiatra que estava acompanhando a vítima. No entanto, na data agendada, a vítima não comp

Juiz de Fora: Polícia Civil esclarece mais de 90% dos homicídios registrados nos últimos nove meses

Nesta semana, a PCMG também concluiu inquérito que apurou a morte de um rapaz de 26 anos, crime ocorrido em maio deste ano. Dois suspeitos já se encontram presos


A Polícia Civil de Minas Gerais esclareceu mais de 90% dos homicídios consumados registrados nos últimos nove meses, no município de Juiz de Fora, localizado na Zona da Mata mineira. De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Homicídios, delegado Rodrigo Rolli, nesse período, também foram solicitados mais de 65 mandados de prisão junto à Justiça, após apurações.

Além disso, segundo o delegado, houve redução no número de crimes de homicídios tentados na cidade.  “De janeiro a setembro deste ano, foram registrados 45 homicídios consumados, já no ano anterior, foram 44. Desses casos ocorridos em 2020, já temos 41 apurados, com autoria e motivação definidas. Em relação aos quatro restantes, levantamentos já estão sendo realizados para apurar os fatos. Em se tratando de homicídios tentados, no mesmo período, houve uma queda no número. Ocorreram 59, em 2019, mas, este ano, foram registrados 49, ou seja, uma diminuição de dez casos, em números absolutos”, informa.

Para o delegado regional em Juiz de Fora, Armando Avólio Neto, a Polícia Civil vem dando resposta efetiva no combate à criminalidade na cidade e região, inclusive, a todos os tipos de delitos. “Em relação aos homicídios, é muito importante que esses suspeitos respondam na forma da lei, proporcionando ordem social e uma convivência melhor aos cidadãos de bem”, enfatiza.

Já o chefe do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, Gustavo Adélio Lara Ferreira, destaca a importância das parcerias com o Poder Judiciário e o Ministério Público a fim de que as medidas cautelares sejam deferidas. Ele também ressalta a expertise dos policiais civis da Delegacia Especializada de Homicídios. “De forma incansável e profissional, os policiais civis se dedicam nas investigações incessantemente até chegar à autoria e à materialidade, resultando, com isso, nesse exitoso resultado de apurações”, conclui. 

Conclusão de inquérito

Entre os casos solucionados, nesta semana, foi concluído o inquérito policial que apurou a morte de um rapaz de 26 anos, crime ocorrido no dia 28 de maio, no bairro Vila Esperança II, na Zona Norte da cidade. Dois suspeitos, 20 e 31 anos, já se encontram presos, após investigação realizada pela Delegacia Especializada de Homicídios. Um terceiro investigado, 21 anos, está foragido, mas trabalhos investigativos estão em andamento para cumprir o mandado de prisão em desfavor do jovem. 

O procedimento já foi remetido ao poder judiciário com indiciamento dos três suspeitos pelos crimes de associação criminosa e de homicídio duplamente qualificado - por motivo fútil e por dificultar a defesa da vítima. “Ela teria sido alvo de emboscada. A motivação do crime estaria ligada à rivalidade entre bairros”, explica o delegado Rodrigo Rolli, reforçando a importância da colaboração da população para o esclarecimento dos casos, por meio de denúncias.

Denúncias

Além do número 181 (Disque Denúncia Unificado), a autoridade policial ressalta que há também os trabalhos com testemunhas veladas nas investigações. “Testemunhas que presenciaram o fato ou que têm informações podem procurar a delegacia, que fica na Rua Custódio Tristão, 76, em Santa Terezinha. Os nomes não serão expostos e a pessoa vai prestar depoimento em sigilo”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Comunicação da PCMG

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