Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

TJMG mantém multa a empresa de Viçosa imposta pelo Procon

Roteador defeituoso não foi trocado pela empresa no prazo previsto no Código de Defesa do Consumidor e comprador não foi reembolsado

A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) reformou uma decisão da Comarca de Viçosa e manteve a multa de R$ 8.855,73 que o Procon local aplicou à uma empresa de eletrônicos de Viçosa por infração à legislação consumerista.

A companhia, que fabrica e comercializa telefones celulares e equipamentos de modem, é controlada pela chinesa ZTE Corporation, empresa de telecomunicações atuante nos ramos de desenvolvimento e manutenção de redes e na venda de produtos aos usuários finais.

O município instaurou um processo administrativo no órgão de defesa do consumidor, porque um roteador vendido pela ZTE por R$ 319 em setembro de 2014 apresentou defeito, foi enviado à assistência técnica e retornou com o mesmo problema.

O procedimento determinou o pagamento de multa, porque, na condição de fornecedora, a ZTE não solucionou o vício no produto no prazo de 30 dias. A empresa só respondeu ao comprador após o questionamento do Procon, em julho de 2015, deixando de comparecer às audiências ao longo da ação judicial.

A empresa alega que a aplicação da penalidade é indevida, porque ela ofereceu ao consumidor a possibilidade de restituição da quantia, desde que ele informasse seus dados bancários. A companhia sustenta que não houve a devida motivação e, também, que a multa foi fixada em desacordo com os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade.

Em primeira instância, a tese foi acolhida sob o fundamento de não haver, no processo, informações a respeito da condição financeira do consumidor, e, portanto, não ser possível saber se a multa estava proporcional ao fato.

O município recorreu. O relator, desembargador Wilson Benevides, divergiu da sentença por avaliar que, se a empresa descumpriu dispositivo da legislação consumerista, não existe razão para anular a sanção. O fato de não haver informação a respeito da situação econômica dos envolvidos não obsta a aplicação da multa pela autoridade administrativa, afirmou.

Os desembargadores Alice Birchal e Belisário de Lacerda votaram de acordo com o relator.

Fonte: TJMG 

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