Proprietário de drogaria é preso em Pádua após vender comprimido abortivo para moradora de Cataguases

Um comerciante de Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense, foi preso em flagrante, depois de vender, para uma moradora de Cataguases, um medicamento utilizado ilegalmente para a indução do aborto. De acordo com informações, a prisão aconteceu na quinta-feira (21). Policiais Militares do 36º BPM já haviam sido alertados através de denúncia anônima e interceptaram o veículo GM Celta de aplicativo, no bairro Cidade Nova, onde viajava uma mulher, moradora de Cataguases, que levava consigo quatro comprimidos do medicamento abortivo. Ela alegou ter acabado de adquirir em uma drogaria que fica naquele mesmo bairro e que teria pago através de transferência bancária, realizada pelo companheiro, que determinou a interrupção da gestação. O comerciante foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil para as demais providências. Com informações e foto da Folha de Italva  

Operação apreende álcool em gel com suspeita de falsificação

Vigilância Sanitária, Procon  de Viçosa e Polícia Civil recolheram 370 frascos de duas marcas diferentes



A Vigilância Sanitária e o Procon de Viçosa participaram na tarde de terça-feira (02) de uma operação da Polícia Civil que investiga a distribuição e venda de álcool em gel falsificado na cidade. Na operação, a Vigilância Sanitária apreendeu 370 frascos de álcool em gel de duas marcas diferentes e o Procon notificou o estabelecimento para apresentar, no prazo legal de 10 dias, as notas fiscais dos produtos.

A partir das informações e material recolhido, foi aberto processo administrativo pelos órgãos municipais. Na investigação, será verificada a autenticidade do produto vendido como álcool 70%. Também será encaminhado à Secretaria Estadual de Vigilância Sanitária o rótulo do produto para investigação do local onde o álcool está sendo produzido e embalado. Comprovadas as irregularidades, o estabelecimento receberá uma multa por venda de produto sem nota fiscal e sem procedência, e poderá ter a licença de funcionamento cassada.

Segundo o coordenador do Procon Celso Alves, é preciso ficar atento aos produtos, especialmente aqueles ligados às medidas de prevenção do Covid-19. "Quando não conhecemos a procedência de determinada marca não é vergonha nenhuma questionar o vendedor e, em caso de suspeita de irregularidades, acionar os órgãos competentes", afirma.

Durante a operação, o atendente do estabelecimento foi encaminhado pelos policiais para a delegacia, para prestar esclarecimentos.



Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Viçosa

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