Covid-19: plano nacional de vacinação terá quatro fases

Proposta preliminar foi discutida em reunião realizada nesta terça-feira Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Agência Brasil O plano nacional de vacinação contra a covid-19 terá quatro fases. Em cada etapa serão atendidos determinados tipos de públicos, escolhidos a partir do risco da evolução para quadros graves diante da infecção, da exposição ao vírus e de aspectos epidemiológicos da manifestação da pandemia no país. A proposta preliminar foi discutida em reunião realizada nesta terça-feira (1º) com a participação do Ministério da Saúde e outras instituições, como a Fundação Oswaldo Cruz, o Instituto Butantan, o Instituto Tecnológico do Paraná e conselhos nacionais de secretários estaduais (Conass) e municipais (Conasems) de saúde. A primeira fase terá como prioridade trabalhadores de saúde, pessoas de 75 anos ou mais e idosos em instituições de longa permanência (como asilos), bem como povos indígenas. Na segunda fase a imunização será focada nos idosos de 60 a 74 anos. Pacientes a partir de 6

Diocese de Leopoldina adota medidas contra avanço do coronavírus

Diante do avanço da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a Diocese de Leopoldina publicou nota com medidas de prevenção e aconselhamento para sacerdotes e fiéis. 

Conforme a nota, ficam suspensas por 15 dias: a realização de encontros, assembleias, seminários e outros eventos que contribuam para aglomerar pessoas; as catequeses e mutirão de confissões. As missas continuam, mas os idosos e enfermos ficam desobrigados da participação. A Diocese também aconselha a suspensão do abraço da paz e o dar as mãos na oração do Pai-Nosso.


Confira abaixo a nota publicada pela Diocese na íntegra:


Leopoldina, 14 de março de 2020.

Prezados sacerdotes, religiosos, religiosas, irmãos e irmãs que formam a Igreja de Leopoldina.

Diante do avanço da pandemia do chamado “novo Coronavírus”, vimos por bem publicar recomendações mais abrangentes e circunstanciadas que orientem as forças-vivas de nossas comunidades, no sentido de minimizar os riscos que decorrem, sobretudo, da aglomeração de pessoas.

Para tanto, servimo-nos das orientações emanadas por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte e presidente da CNBB, fazendo-as nossas:
1) No âmbito de nossas foranias, paróquias e outras instâncias eclesiais, suspender, por quinze dias, a realização de encontros, assembleias, seminários e outros eventos que contribuam para aglomerar pessoas. Havendo possibilidade, remarcar atividades já previstas. 

2) Nas comunidades de fé e em outros ambientes eclesiais, redobrar os cuidados com a limpeza e facilitar para que os fiéis tenham acesso a álcool em gel.

3) Idosos e enfermos ficam desobrigados do compromisso cristão católico de participar das Missas semanais. Poderão permanecer em comunhão e unidos à comunidade de fé a partir das celebrações transmitidas pelos meio de comunicação.

4) Torna-se importante suspender mutirão de confissões nas comunidades paroquiais. Solicitamos aos sacerdotes que dediquem horário especial, diário, para acolher os fiéis que buscam o Sacramento da Reconciliação, neste tempo de Quaresma.

5) Recomenda-se também suspender por 15 dias a catequese.

6) Quando possível, solicitamos aos evangelizadores que organizem celebrações em espaços abertos, especialmente as que reúnem mais pessoas, e mantenham as Igrejas mais arejadas.

7) Todos devem seguir as recomendações do Ministério da Saúde, mantendo bons hábitos de higiene.

8) Importante redobrar cautela para não compartilhar notícias falsas (fake news). A mentira, além de prejudicar o enfrentamento da doença, gera pânico, agravando a situação.

9) Nesse sentido, oportuno é checar cada informação recebida pesquisando em outras referências.

10) Prevalecem as indicações publicadas no dia 26 de fevereiro: receber a Sagrada Eucaristia nas mãos, suspender o abraço da paz e não se dar as mãos na oração do Pai-Nosso.

11) Vamos intensificar, nos modos possíveis, a promoção de momentos de oração e preces a Deus para que nos livre deste e de muitos males que atentam contra a vida na sociedade, fortalecendo os agentes e profissionais da saúde para que realizem tudo o que for necessário para superarmos a ameaça do Coronavírus e de outras enfermidades.

Estamos atentos aos desdobramentos para subsidiar-nos em novas ações. Para a maioria das pessoas, o Coronavírus tem sintomas similares aos de uma gripe, sem grandes riscos. A preocupação maior é com idosos e enfermos. Cuidemos especialmente dessas pessoas, mais vulneráveis à doença.

Deus abençoe e proteja a todos nós, pela carinhosa intercessão do Imaculado Coração de Maria.

+ Edson Oriolo
Bispo de Leopoldina
Fonte: Com informações e foto da Diocese de Leopoldina

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