Polícia Civil incinera cerca de 2 toneladas de drogas em Juiz de Fora

O material foi apreendido em ações realizadas pelas forças de segurança na área que compreende a 1ª Delegacia Regional em Juiz de Fora Nesta quinta-feira (4/3), a Polícia Civil de Minas Gerais incinerou cerca de 2 toneladas de drogas, tais como maconha e outras substâncias, em uma empresa situada na Zona Norte do município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.  O material foi apreendido em ações da PCMG e de outras instituições de segurança pública, realizadas na área que compreende a 1ª Delegacia Regional em Juiz de Fora, unidade que pertence ao 4º Departamento de Polícia Civil.  Além do titular da Delegacia de Combate ao Narcotráfico, delegado Rafael Gomes,  também acompanharam os trabalhos de incineração representantes do Ministério Público, do Judiciário e da Vigilância Sanitária. Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais

Autonomia financeira e corporal é o que mais contribui para a autoestima das mulheres

Pesquisa revela que mulheres querem se sentir confortáveis com seus próprios corpos, sem padrão de beleza

Por Gabriela Hilário
Unhas bem feitas e maquiagem impecável, mesmo quando discreta. É assim que a empreendedora cataguasense Regilene Agostinho, 32 anos, sai para vender suas roupas infantis e produtos de maquiagem para pele negra. O dinheiro das vendas contribui para o orçamento doméstico e, claro, para investir em si mesma. A vendedora representa o percentual de mulheres que acreditam que a autonomia financeira e corporal são os aspectos mais importantes para a autoestima da mulher.

Uma pesquisa realizada pela kantar - empresa de dados, insights e consultoria -revelou que 24% das mulheres defendem que ter acesso ao seu próprio dinheiro e controlar como ele é gasto impacta diretamente na autoestima. Das entrevistadas, 23%  destacam que a autonomia sexual e corporal, que é a possibilidade de se sentirem confortáveis em seus próprios corpos e capazes de fazer escolhas para si mesmas sem vergonha ou julgamentos, é um ponto relevante para o crescimento do amor-próprio feminino.

A vendedora cataguasense, Apoliana Rosa, destaca que as roupas são uma forma de expressão da mulher e que , cada vez mais, elas querem usar peças que valorizem seu corpo do jeito que ele é: fora dos considerados “padrões de beleza”:

- Trabalho com venda de roupa íntima há muitos anos e percebi um crescimento da minha clientela plus size para peças mais sofisticadas e ousadas. As mulheres estão aceitando seus corpos, elas querem se sentir bem e lindas, independente do seu peso, altura ou de “imperfeições”. Somos mulheres reais, que trabalhamos, cuidamos da casa, dos filhos, estudamos – reforça a diretora da Bela Lingerie, que também não se enquadra no “padrão estético”, mas não perde a oportunidade de usar looks para “causar”.

Para a psicóloga, Flávia Lopes, a forma como nos vestimos também é uma maneira de nos expressarmos para o mundo:

- Essa questão de como a gente se veste, de sair desse padrão de beleza, tem a ver com a nossa autoimagem, que é a imagem que temos de nós mesmos. É a imagem de como a gente se imagina com nossas questões internas e de como a queremos expressar isso para o mundo. A maneira como você se veste nada mais é do que expressão de algo que está dentro de você. Cada pessoa tem um mudo interno rico e particular. E é essa expressão de como você se coloca no mundo, de como se fala, de como você se expressa de toda as formas e o vestuário é uma expressão disso também. Com certeza que influencia para a autoestima, pois você consegue se colocar o que vem de dentro de você e isso é muito importante – concluiu Flávia.

A empreendedora Regilene Agostinho confessa que nem sempre teve autoestima elevada, mas, quando decidiu mudar sua maneira de enxergar a si mesma, se sentiu fortalecida:

- Eu já tive preconceito com meu corpo. A sociedade fica o tempo todo cobrando que você tenha um corpo de determinado padrão estético. Eu sofri bastante com isso, mas quando me dei conta de que meu biotipo, a minha essência, não segue um padrão e que eu preciso me amar, as coisas mudaram. Sou mais feliz, mais segura comigo. Se não estou num dia bom, coloco uma maquiagem linda e saio “divando” – brinca Regilene.


A pesquisa O que as mulheres querem,  realizada pela Kantar, apontou que além da autonomia financeira e corporal, contribuem para a autoestima da mulher a liberdade de pensamento e expressão (22%), representatividade (16%) e conexões sociais (15%).

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