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PCMG realiza operação “Cataclisma” em Muriaé

Ação foi realizada no município da Zona da Mata mineira para combater o tráfico. Um suspeito foi preso e drogas foram apreendidas A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (13/1), a operação “Cataclisma”, visando combater o tráfico de drogas no município de Muriaé, na Zona da Mata mineira. Na ocasião, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão no Bairro Padre Tiago, um suspeito de 29 anos foi preso.  Além disso, também foram apreendidos, aproximadamente, dois quilos de maconha, 41 papelotes de cocaína, R$ 112 e uma balança de precisão. Conforme informações do delegado Glaydson Souza, levantamentos da PCMG apontaram que o investigado realizava a mercancia ilícita de entorpecentes na residência dele, onde foram localizados os materiais.  O rapaz foi preso em flagrante por tráfico e conduzido até a unidade policial.  Operação “Cataclisma” De acordo com o delegado, o nome da operação faz alusão à dificuldade de acesso ao imóvel do suspeito, já que no loc

Mulher é presa em Cataguases por aplicar golpe e furtar cliente de banco

Nesta terça-feira (02), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, em Cataguases, uma mulher de 35 anos, por furto qualificado mediante fraude, durante cumprimento de mandado de prisão preventiva. 

A prisão ocorreu em virtude de investigações realizadas pela 27ª Delegacia de Cataguases que apontam que a vítima, um homem de 47 anos, compareceu na agência do Banco Itaú da cidade, fora do horário de expediente, no dia 30 de agosto do ano passado, para retirar o extrato bancário da conta corrente dele e, na ocasião, aproveitando-se da boa-fé e ingenuidade da vítima, bem como o fato do homem ser leigo quanto ao manuseio do caixa eletrônico, a investigada ofereceu ajuda. Ela conseguiu acessar a conta do homem e, sem que ele pudesse perceber, transferiu o valor de R$ 2.500 para a conta do pai dela, falecido há mais de dez anos.  

As investigações comprovaram o emprego da fraude, consistente em oferecer auxílio em operações no caixa eletrônico para distrair a vítima, reduzindo a vigilância sobre seus bens e acessando a sua conta para, logo em seguida, transferir, sem que ela percebesse, a quantia, consumando, assim, a subtração. 


Conforme informações do Delegado Marcelo Manna, a prisão preventiva foi representada visando preservar a ordem pública, tendo em vista a existência de fortes indícios de que a autora pode estar praticando outros furtos similares. “Principalmente porque a ação criminosa foi executada fora do horário do expediente bancário, distante dos olhos de testemunhas e seguranças, o que leva a crer que faz do crime seu meio de vida”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Polícia Civil

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