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PCMG realiza operação “Cataclisma” em Muriaé

Ação foi realizada no município da Zona da Mata mineira para combater o tráfico. Um suspeito foi preso e drogas foram apreendidas A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (13/1), a operação “Cataclisma”, visando combater o tráfico de drogas no município de Muriaé, na Zona da Mata mineira. Na ocasião, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão no Bairro Padre Tiago, um suspeito de 29 anos foi preso.  Além disso, também foram apreendidos, aproximadamente, dois quilos de maconha, 41 papelotes de cocaína, R$ 112 e uma balança de precisão. Conforme informações do delegado Glaydson Souza, levantamentos da PCMG apontaram que o investigado realizava a mercancia ilícita de entorpecentes na residência dele, onde foram localizados os materiais.  O rapaz foi preso em flagrante por tráfico e conduzido até a unidade policial.  Operação “Cataclisma” De acordo com o delegado, o nome da operação faz alusão à dificuldade de acesso ao imóvel do suspeito, já que no loc

Acordo para manter Pronto Socorro Municipal no Hospital de Cataguases está próximo de ser firmado



Uma reunião na manhã desta quarta-feira (10), definiu uma minuta para um convênio que deverá ser firmado entre a Prefeitura Municipal de Cataguases e municípios da região para permanência do Pronto Socorro Municipal com o Hospital de Cataguases.

A reunião foi proposta pelo coordenador regional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde da Macrorregião Sanitária Sudeste, promotor Rodrigo Ferreira de Barros e após definição dos custos demonstrados pelo Sr. Adelziso Vidal Junior, representante da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de MG - Federassantas.

Conforme demonstrado, para que o Pronto Socorro funcione hoje sem prejuízo, necessita de R$ 450 mil, segundo ele, apenas o custo com os profissionais do pronto socorro chega a R$ 312 mil por mês. Para chegar a este valor foi proposto um rateio entre os municípios com base no atendimento dos últimos 12 meses conforme tabela abaixo:

MunicípioValor (R$)
Cataguases
386.131,92
Astolfo Dutra
23.762,16
Dona Eusébia
19.241,37
Itamarati de Minas
11.293,38
Santana de Cataguases
9.571,17
TOTAL
450.000,00

A reunião contou também com a presença dos secretários municipais de Cataguases, Daniela Rezende Coelho (Saúde); Mauro Fachini Gomes (Fazenda); do procurador-geral de Cataguases Yegros Malta; secretários municipais dos municípios vizinhos; prefeito de Astolfo Dutra, Bruno Siqueira; do diretor da Gerência Regional de Saúde, Renan Guimarães de Oliveira; vice-prefeito de Cataguases, Tita Lima; vereadores Maria Ângela Girardi e Jorge Roberto; presidente do conselho municipal de Saúde, Dr Joseph Freire; assessor do deputado Fernando Pacheco, Junio Valentim e com os representantes do Hospital de Cataguases: Maria Inês de Oliveira Dal Bianco (supervisora administrativa), Eliermes Teixeira (procurador), Dr. Hudson Pinheiro de Faria (conselho supremo) e Doutor Nivaldo Gribel (diretor técnico). O provedor do Hospital de Cataguases, José Roberto Furtado, não pode comparecer à reunião por problemas particulares.

O promotor, Dr. Rodrigo de Barros, argumentou que embora o Hospital de Cataguases tenha enviado ofício para a promotoria e para a prefeitura de Cataguases  entregando o Pronto Socorro, que o prejuízo seria maior para o hospital, uma vez que o mesmo teria que manter equipe de atendimento de urgência sem o recurso destinado para o Pronto Socorro. Outro ponto mantido pelo promotor é que o prazo para entrega do Pronto Socorro deve ser de no mínimo 180 dias e não 30 dias conforme consta no ofício do hospital.

O procurador-geral de Cataguases, Doutor Yegros Martins Malta, disse que o município fará todo esforço para chegar no valor proposto, mas pediu compromisso do hospital em utilizar todo recurso apenas no pronto socorro.

O promotor expôs para os presentes algumas das principais cláusulas que deverá conter o novo convênio. São elas:

  • O Hospital de Cataguases deverá prestar contas relativas aos atendimentos a todos os municípios até o décimo dia útil e deverá manter um profissional com qualificação em gestão hospitalar;
  • O Hospital de Cataguases deverá encaminhar para os municípios 2 vezes por dia as escalas de plantão;
  • O Hospital de Cataguases não poderá cobrar nenhum valor dos pacientes atendidos pelo SUS;
  • O hospital terá de manter porta única para atendimento aos pacientes de urgência;
  • Fica vedado ao Hospital de Cataguases a contratação de empresas de serviços cujos proprietários sejam parentes do Provedor até terceiro grau.
Os municípios terão prazo até 22 de abril para se posicionarem em relação ao novo convênio e caso aceitem deverão realizar os aportes mensalmente durante os próximos 12 meses para o fundo da secretaria municipal de Saúde de Cataguases que repassará os valores ao Hospital de Cataguases. Os municípios também deverão encaminhar o convênio para as respectivas Câmaras de vereadores para aprovação.

Para o Site Mídia Mineira, o secretário municipal de Fazenda, Mauro Fachini Gomes, disse que terá de mexer no orçamento para contingenciar o valor o valor, mas que o Município fará todo o possível. "Isso é uma das prioridades do Município e para atender a população a gente tem de fazer esse sacrifício", disse.

Para o prefeito de Astolfo Dutra, Bruno Siqueira, o convênio é essencial para sobrevivência do Pronto Socorro do Hospital de Cataguases e que mesmo diante da crise em que os municípios estão passando, pretende fazer todo esforço para viabilizar a proposta. 










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