Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

Juíza indefere liminares e licitações para explorar venda de água de coco e “Trenzinho da Alegria” são retomadas em Cataguases

A juíza Danielle Rodrigues da Silva indeferiu o pedido de liminar que solicitava a suspensão do processo licitatório nº 181/2018, com o objetivo de licitar a instalação e exploração da atividade de comercialização de água de coco e caldo de cana em vias públicas do município.

Também foi indeferido, pela mesma juíza, o pedido de liminar que embargava a licitação nº 179/2018 para delegação de 2 permissões de área pública destinadas à pessoa física para serviços de transporte recreativo (trio e "trenzinho" da alegria). A licitação ocorreu no dia 6 de dezembro, mas foi embargada por um concorrente que foi desclassificado. Dos dois pontos para ser explorados apenas o ponto da Praça Santa Rita foi licitado e o da Praça Rui Barbosa precisará de novo processo.

Com o indeferimento dos pedidos, a prefeitura fica livre para retomar as licitações que foram objetos de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado entre a Prefeitura de Cataguases e o Ministério Público em 16 de março de 2015 quando o prefeito era Cesinha Samor. Em entrevista para o site Mídia Mineira o Procurador Geral do Município, Dr. Yegros Martins Malta disse na ocasião que como o TAC foi assinado pelo então prefeito, Cesinha Samor, a partir desse momento o Município tornou-se responsável, independente de quem seja o prefeito. "Em virtude da assinatura do TAC em 2015, o Município assumiu o compromisso de fazer a licitação, então hoje, nós estamos sendo compelidos a fazer, não resta escolha ao administrador atual senão fazer essa licitação até porque o TAC traz multas para o Município se não for realizado o procedimento", destacou. Ele explicou também que o prefeito não pode baixar um decreto para prorrogar os prazos da licitação porque o TAC estipulou os prazos e que o TAC é superior a qualquer Lei Municipal, uma vez que foi um acordo firmado. Caso o prefeito não cumpra poderá ser responsabilizado pelo Ministério Público como já ocorreu anteriormente, explicou.

Segundo Soumet Spíndola, Presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura, a licitação para os ambulantes que comercializam água de coco deverá acontecer no dia 23 de janeiro do proximo ano e os pontos que serão licitados são os que já existem na cidade. Segundo ele, a prefeitura estuda a licitação de novos pontos para outra oportunidade.

Comentários

  1. Isso é um absurdo tirar trabalhadores que vivem desse trabalho a anos talvez não tendo o dinheiro p comprar o ponto de trabalho p entregar outro acho que esse Juiz deveria pensar mais sobre isso.

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  2. Eles vivem falando que Cataguases e patrimônio tombado estas esndas de aguá de côco já faz parte da cidade já a unicú coisa que eles tem que se preocupar e com estes buracos que tem na cidade

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