Muriaé decide regredir para Onda Vermelha do Minas Consciente e comércio não essencial ficará fechado

Presidente da CDL discorda e afirma que fechamento do comércio não é o caminho para diminuir o contágio da covid-19 Em entrevista à Rádio Muriaé nesta sexta-feira (15) o vice-prefeito e Secretário Municipal de Saúde, Marcos Guarino, acompanhado do infectologista Daniel Licy informou que o comércio não essencial deverá funcionar com as portas fechadas a partir desta segunda-feira. O decreto será publicado neste sábado com todas as informações detalhadas. Fotos: Rádio Muriaé O motivo do fechamento é a regressão do município a onda vermelha do programa “Minas consciente” que a partir de agora deverá seguir as recomendações impostas pela Secretaria de Estado de Saúde. Nas últimas semanas houve um crescimento significativo no número de casos da covid-19 em Muriaé. Durante a entrevista, Marcos Guarino explicou que toda quarta-feira há uma reunião com a Secretaria de Estado de Saúde com os secretários municipais para analisar a situação de cada município. Caso os números venham a baixar, o mu

Família de idosa de Miraí que morreu após demora em atendimento vai processar o estado do Rio de Janeiro

A família de Irene Bento, de 54 anos, está processando o estado do Rio de Janeiro pela morte da dona de casa. Irene foi levada pela família para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, na zona norte do Rio, na tarde de sábado (28/07), mas não teve atendimento.

Foto: Reprodução vídeo pesoal

Foi levada novamente pela família para a Unidade de Pronto Atendimento, a UPA próxima ao hospital, e no final da noite, com a piora no quadro foi transferida novamente para o Getúlio Vargas, onde foi decretada a morte dela.

Irene foi enterrada no início da semana, na cidade de Miraí, Minas Gerais. Rangel Marques, filho de Irene afirma que quer evitar que a tragédia se repita com outras famílias.

O caso foi registrado na 38ª Delegacia de Polícia e de acordo com a Polícia Civil vai ser investigado pela 22ª Delegacia, da Penha. Segundo a família, Irene foi levada para o hospital por volta de duas da tarde, com muita falta de ar, sem conseguir falar e se locomover.

Uma hora depois, com a percepção de que ela estava piorando e o atendimento não acontecia o filho começou a percorrer o hospital tentando encontrar os médicos e protestando contra a demora já que a unidade estava vazia. 

Ele próprio gravou a procura e encontrou uma sala com uma médica que acessava o celular e, quando interpelada, disse a ele que não estava vendo o whatsApp e sim documentos médicos e que era preciso esperar a ficha da paciente.

Depois do protesto, de acordo com o relato da família, uma enfermeira aferiu a pressão de Irene, disse que não estava grave e recomendou que fosse levada para a UPA. Procurada, a assessoria de imprensa da OS Pró Saúde, que adminstra o Hospital Getúlo Vargas,  afirmou que o caso deveria ser tratado com a Secretaria Estadual de Saúde.

Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a secretaria de Estado de Saúde afirmou apenas que a direção do Hospital Estadual Getúlio Vargas lamenta o ocorrido e informa que tomará as providências para que os envolvidos sejam responsabilizados.

Fonte: EBC

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