Corpo de homem é encontrado no Ribeirão Meia Pataca em Cataguases

O corpo de um homem foi encontrado boiando nas águas do Ribeirão Meia Pataca em Cataguases, no início da tarde desta segunda-feira (10). A defesa Civil foi acionada por volta das 12h30min e realizou a retirada da água. O homem foi identificado como sendo Cláudio Ribeiro e devido o estado, ele deve ter se afogado entre 8 a 36 horas. A Perícia Técnica da Polícia Civil também esteve no local e realizou os trabalhos de identificação. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas não foi encontrado sinais aparentes de violência. O corpo foi levado para o IML de Leopoldina.  

Família de idosa de Miraí que morreu após demora em atendimento vai processar o estado do Rio de Janeiro

A família de Irene Bento, de 54 anos, está processando o estado do Rio de Janeiro pela morte da dona de casa. Irene foi levada pela família para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, na zona norte do Rio, na tarde de sábado (28/07), mas não teve atendimento.

Foto: Reprodução vídeo pesoal

Foi levada novamente pela família para a Unidade de Pronto Atendimento, a UPA próxima ao hospital, e no final da noite, com a piora no quadro foi transferida novamente para o Getúlio Vargas, onde foi decretada a morte dela.

Irene foi enterrada no início da semana, na cidade de Miraí, Minas Gerais. Rangel Marques, filho de Irene afirma que quer evitar que a tragédia se repita com outras famílias.

O caso foi registrado na 38ª Delegacia de Polícia e de acordo com a Polícia Civil vai ser investigado pela 22ª Delegacia, da Penha. Segundo a família, Irene foi levada para o hospital por volta de duas da tarde, com muita falta de ar, sem conseguir falar e se locomover.

Uma hora depois, com a percepção de que ela estava piorando e o atendimento não acontecia o filho começou a percorrer o hospital tentando encontrar os médicos e protestando contra a demora já que a unidade estava vazia. 

Ele próprio gravou a procura e encontrou uma sala com uma médica que acessava o celular e, quando interpelada, disse a ele que não estava vendo o whatsApp e sim documentos médicos e que era preciso esperar a ficha da paciente.

Depois do protesto, de acordo com o relato da família, uma enfermeira aferiu a pressão de Irene, disse que não estava grave e recomendou que fosse levada para a UPA. Procurada, a assessoria de imprensa da OS Pró Saúde, que adminstra o Hospital Getúlo Vargas,  afirmou que o caso deveria ser tratado com a Secretaria Estadual de Saúde.

Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a secretaria de Estado de Saúde afirmou apenas que a direção do Hospital Estadual Getúlio Vargas lamenta o ocorrido e informa que tomará as providências para que os envolvidos sejam responsabilizados.

Fonte: EBC

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