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Câmara de Dona Euzébia rejeita parecer do TCEMG e aprova contas de 2014 do ex-prefeito Mazinho

Decisão aconteceu após o ex-prefeito apresentar defesa em plenário. Nesta quinta-feira (2), os vereadores de Dona Euzébia rejeitaram o parecer do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) e aprovaram as contas do ex-prefeito da cidade, Itamar Ribeiro Toledo, o Mazinho, referente ao exercício de 2014. No dia 12 de agosto, os vereadores realizaram uma votação para analisar o parecer do TCE, mas a mesma foi anulada pelo próprio TCE, devido a falta de quórum e a ausência de defesa do ex-prefeito. Na ocasião, a Comissão de Finanças havia acompanhado o parecer do TCE, mas após o comparecimento de Mazinho, dentro do prazo regimental, os vereadores aceitaram os argumentos, fazendo com que a maioria dos membros da comissão mudassem o voto, deixando os demais edis à vontade para rejeitar o parecer por 6 votos a 3. Não é a primeira vez que a Câmara de Dona Euzébia rejeita um parecer do TCEMG.  O fato já ocorreu em outras duas oportunidades, quando os vereadores rejeitaram o parecer do

Associação de Mulheres Rurais de Cataguases contará com Food truck; projeto prevê investimentos de R$ 298 mil

A Associação de Mulheres Rurais de Cataguases (AMURC), poderá contar em breve com uma nova ferramenta que irá agregar valor aos seus produtos como o tradicional Café Rural. 

Com apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB) a associação está adquirindo um food truck que possibilitará a comercialização dos produtos de forma itinerante em eventos locais. Orçado em R$ 298 mil, além do veículo, uma cozinha industrial e equipamentos para o box que a entidade mantém no Mercado do Produtor estão previstos dentro do projeto “Quitanda sobre Rodas” da FBB.

A execução do projeto impactará de forma positiva cerca de 140 famílias de pequenas produtoras residente nos distritos ou em comunidades da zona rural de Cataguases, afirmou a vice-presidente da AMURC, Maria Inês Oliveira Rocha. Segundo ela, a renda obtida com a comercialização dos produtos gera um incremento médio de 30% na renda familiar das associadas.

Produzidas com matéria-prima orgânica, as broas, biscoitos, bolos e o pastel de angu, entre outras quitandas, já foram reconhecidas por consultores da Associação das Cidades Histórias de Minas Gerais (ACHMG) como histórica e culturalmente autênticas, passando a compor o roteiro turístico da região. Além dos itens do Café Rural, as produtoras comercializam compotas, doces em barra e cristalizados, geleias, polpadas (espécie de doce de colher utilizado como sobremesa, recheio de bolos e acompanhamento de biscoitos) e licores, entre outros itens culinários produzidos com mão-de-obra familiar.


Atualmente, os alimentos são feitos nas cozinhas das produtoras e transportados em carros fretados, sem nenhuma estrutura para tal. Marlene Aparecida do Carmo Soares comercializa o Café Rural para eventos há cerca de 15 anos, junto com a amiga Vanderli Docelino Moisés. Moradora da comunidade da Glória, ela aposta na iniciativa para aumentar o lucro e facilitar o transporte até os locais dos eventos. “Hoje a gente paga até R$ 130 de frete, sem falar que os carros não são próprios para isso. Com esse food truck, a gente espera melhorar o ganho, a produção e a qualidade de vida”.



Com informações e fotos da FBB

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