Notícia

Em nota, presidente da Câmara de Cataguases considera injusta e parcial sua condenação

O vereador e atual presidente da Câmara de Cataguases, Ricardo Geraldo Dias, enviou para o Site Mídia Mineira, nota oficial sobre sua recente condenação a 9 anos, 5 meses e 25 dias pelo crime de peculato, conforme noticiado ontem pelo Site Mídia Mineira.
Na nota, o vereador diz que a sentença é injusta e parcial e afirma que irá recorrer para instância superior, onde acredita que a decisão será mais justa. 
Confira abaixo, na íntegra, a nota oficial do vereador que será também inserida na matéria, juntamente com a defesa dos demais.
NOTA OFICIAL
O vereador e atual presidente Ricardo Geraldo Dias, vem pronunciar através de sua assessoria jurídica, acerca do processo ao qual está sendo acusado, e mais 7 parlamentares e ex-parlamentares, de utilizarem verba indenizatória de gabinete autorizada pelas Resoluções 04/2004, 02/2005 e 01/2006, nos anos de 2005 a 2008. Que tais verbas destinavam a cobrir os gastos com as atividades parlamentares, no sentido de melhoria de exercer atividade de intere…
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Associação de Mulheres Rurais de Cataguases contará com Food truck; projeto prevê investimentos de R$ 298 mil

A Associação de Mulheres Rurais de Cataguases (AMURC), poderá contar em breve com uma nova ferramenta que irá agregar valor aos seus produtos como o tradicional Café Rural. 

Com apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB) a associação está adquirindo um food truck que possibilitará a comercialização dos produtos de forma itinerante em eventos locais. Orçado em R$ 298 mil, além do veículo, uma cozinha industrial e equipamentos para o box que a entidade mantém no Mercado do Produtor estão previstos dentro do projeto “Quitanda sobre Rodas” da FBB.

A execução do projeto impactará de forma positiva cerca de 140 famílias de pequenas produtoras residente nos distritos ou em comunidades da zona rural de Cataguases, afirmou a vice-presidente da AMURC, Maria Inês Oliveira Rocha. Segundo ela, a renda obtida com a comercialização dos produtos gera um incremento médio de 30% na renda familiar das associadas.

Produzidas com matéria-prima orgânica, as broas, biscoitos, bolos e o pastel de angu, entre outras quitandas, já foram reconhecidas por consultores da Associação das Cidades Histórias de Minas Gerais (ACHMG) como histórica e culturalmente autênticas, passando a compor o roteiro turístico da região. Além dos itens do Café Rural, as produtoras comercializam compotas, doces em barra e cristalizados, geleias, polpadas (espécie de doce de colher utilizado como sobremesa, recheio de bolos e acompanhamento de biscoitos) e licores, entre outros itens culinários produzidos com mão-de-obra familiar.


Atualmente, os alimentos são feitos nas cozinhas das produtoras e transportados em carros fretados, sem nenhuma estrutura para tal. Marlene Aparecida do Carmo Soares comercializa o Café Rural para eventos há cerca de 15 anos, junto com a amiga Vanderli Docelino Moisés. Moradora da comunidade da Glória, ela aposta na iniciativa para aumentar o lucro e facilitar o transporte até os locais dos eventos. “Hoje a gente paga até R$ 130 de frete, sem falar que os carros não são próprios para isso. Com esse food truck, a gente espera melhorar o ganho, a produção e a qualidade de vida”.



Com informações e fotos da FBB

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