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Câmara de Dona Euzébia rejeita parecer do TCEMG e aprova contas de 2014 do ex-prefeito Mazinho

Decisão aconteceu após o ex-prefeito apresentar defesa em plenário. Nesta quinta-feira (2), os vereadores de Dona Euzébia rejeitaram o parecer do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) e aprovaram as contas do ex-prefeito da cidade, Itamar Ribeiro Toledo, o Mazinho, referente ao exercício de 2014. No dia 12 de agosto, os vereadores realizaram uma votação para analisar o parecer do TCE, mas a mesma foi anulada pelo próprio TCE, devido a falta de quórum e a ausência de defesa do ex-prefeito. Na ocasião, a Comissão de Finanças havia acompanhado o parecer do TCE, mas após o comparecimento de Mazinho, dentro do prazo regimental, os vereadores aceitaram os argumentos, fazendo com que a maioria dos membros da comissão mudassem o voto, deixando os demais edis à vontade para rejeitar o parecer por 6 votos a 3. Não é a primeira vez que a Câmara de Dona Euzébia rejeita um parecer do TCEMG.  O fato já ocorreu em outras duas oportunidades, quando os vereadores rejeitaram o parecer do

CEI da Covid pretende apresentar projeto para que Município pague auxílio emergencial a mil famílias de Cataguases

Intenção é usar dotações orçamentárias que estão paradas devido a pandemia


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A Comissão Especial de Inquérito (CEI) que fiscaliza a vacinação e outras questões ligadas a Covid-19 em Cataguases, composta pelos vereadores: Rafael Moreira, Ricardo Dias, Rogério Filho e Marcos Costa, pretende apresentar, entre outros, um projeto para Auxílio Emergencial Municipal para ajudar mil famílias carentes.

Conforme Ricardo Dias, o Projeto já foi analisado por advogados e está dentro da legalidade. Ele explicou que devido a pandemia de Covid-19, a Prefeitura e a Câmara Municipal possuem dotações orçamentárias que não estão sendo usadas, como diárias de viagem e recursos para eventos das secretarias de Cultura e Esporte, entre outras. A intenção é transferir esse dinheiro da Câmara e da Prefeitura, que está parado, para um fundo de auxílio emergencial municipal. O valor totalizaria cerca de R$ 250 mil por mês, que seriam disponibilizados para mil famílias carentes, ou seja, R$ 250,00 para cada família durante seis meses. A prefeitura, através da secretaria de Desenvolvimento Social, seria a responsável pelo cadastro e pagamento do auxílio, explicou o vereador.

Conforme apurado pelo site Mídia Mineira, a comissão deseja entrar com o projeto em caráter de urgência, mas devido a pandemia, a questão irá depender do presidente do legislativo, pois os protocolos estão suspensos.

Confira abaixo o vídeo com a explicação do vereador Ricardo Dias:


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