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PCMG indicia homem suspeito de cometer estupro de vulnerável em Juiz de Fora

O inquérito policial foi relatado e enviado à Justiça, nesta semana. A Polícia Civil também investiga crime praticado pelo investigado em desfavor de outro adolescente, de 13 anos. A apuração prossegue.  A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou, nesta semana, um homem de 49 anos, suspeito de ter praticado estupro de vulnerável, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Na última sexta-feira (14/1), ele foi encaminhado à delegacia pela Polícia Militar, acionada pelo pai da vítima, um menino de 12 anos, morador da Zona Norte da cidade.  Na época, durante depoimento, o suspeito, que é vizinho da vítima, confirmou ter chamado o garoto para ir até a sua residência, para, supostamente, realizar o conserto de uma bicicleta, quando foi flagrado pelo pai do menino, em um cômodo dos fundos do imóvel, junto com a vítima. Na ocasião, o flagrante foi ratificado pela PCMG e o homem foi conduzido ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça. Conforme informações do t

Ações de combate ao furto de energia recuperam o equivalente ao consumo de 3.700 famílias em um mês

Em 2020, a Energisa recuperou cerca de 410 mil quilowatt-hora que eram consumidos de forma irregular e prejudicavam a qualidade da energia; Durante o período de pandemia as fraudes de energia quase que dobraram.


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Cerca de 410 mil quilowatt-hora de energia foram recuperados em 2020 na área de concessão da Energisa em Minas Gerais, após serem desviados ou não registrados devido a adulterações no sistema de medição realizadas por terceiros ou ligações ilegais como o famoso ‘gato’. Um prejuízo de mais de R$ 400 mil, o que daria para abastecer, por um mês, cerca de 3.700 famílias com consumo médio de 110 kWh. Se compararmos 2020, período de pandemia, com o ano anterior, as fraudes de energia quase que dobraram.

O combate às fraudes e furtos de energia é uma das prioridades da Energisa para manter a qualidade no fornecimento de energia. Por isso, a empresa está realizando diversas ações para coibir as irregularidades e conscientizar a população. Entre elas estão: inspeções, regularizações de medições, quando detectada alguma anomalia, instalação de caixas de medição blindadas e blindagem de quadros de medição coletivos, além da troca de medidores obsoletos. Para este ano, a Energisa Minas Gerais está aplicando mais de R$ 1,1 milhão somente nessa frente.

“Existe um trabalho de inteligência que se concentra em análises de perfil de consumo dos clientes e em denúncias pelos colaboradores, principalmente aqueles que trabalham em campo, ou pelos próprios clientes. Nossa atuação é direcionada nas cidades onde atuamos, de acordo com épocas específicas. E trabalhamos também de maneira colaborativa com Poder Público, atuando em conjunto com as polícias Militar e Civil”, explica o gerente de Serviços Comerciais da Energisa, Luciano Lima.

Isso porque, segundo Lima, o furto prejudica a qualidade da energia elétrica, já que impacta no fornecimento de energia para o cliente regular, podendo interromper a distribuição da energia. Outro fator de atenção é o risco à segurança da população: as ligações clandestinas irregulares, na maioria, são feitas por pessoas que não tem conhecimento técnico, utilizam materiais inadequados e, muitas vezes, encostam na rede energizada acarretando acidente como choque elétrico.

Quando uma fraude é identificada, além da regularização e abertura do Boletim de Ocorrência, a concessionária, de acordo com a Resolução 414/2010 da Aneel, pode cobrar os valores retroativos, referentes ao período da irregularidade, ou seja, em que a pessoa usou energia, mas não pagou. O gerente lembra também que “realizar ligação clandestina é uma prática em que todo mundo sai perdendo. Os furtos oneram a população, prejudicam o fornecimento, a arrecadação de impostos e a receita da empresa, comprometendo os investimentos na melhoria dos serviços. Precisamos combater o furto e a população tem um papel fundamental nisso, denunciando esses crimes”, afirma. 

Vale destacar que a prática é crime previsto no Código Penal Brasileiro, com pena que varia de um a quatro anos de reclusão. Caso suspeite desse tipo de prática, o cliente pode denunciar de forma anônima. A denúncia pode ser feita pelo Call Center 0800 032 0196 (ligação gratuita) ou pelo site www.energisa.com.br em Serviços Online > Mais Serviços > Denuncie Furto de Energia.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Energisa 

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