Corpo é encontrado amordaçado e com as mãos amarradas, boiando no Rio Muriaé

Na manhã deste domingo (11), um corpo do sexo masculino foi encontrado boiando no Rio Muriaé, na altura da Rua Paulo Roberto Guimarães, no bairro Patrimônio São José em Muriaé. Conforme a Polícia Militar, o corpo, ainda não identificado, foi encontrado por moradores que acionaram o corpo de Bombeiros. A vítima estava em avançado estado de decomposição, com as mãos amarradas para trás, vestido com roupas femininas e com a boca amordaçada por uma sacola plástica.  A Polícia Civil irá investigar o caso. Fotos: Site do Silvan Alves  

Após denúncia MP irá apurar descumprimento de protocolo na vacinação contra a Covid-19 em Cataguases

Vereador Rafael Moreira solicitou nome das pessoas que foram vacinadas, mas não foi atendido


A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Cataguases, por meio da Promotora de Justiça Amanda Merlini Dutra Osipe, instaurou procedimento para apurar eventual descumprimento dos Planos Nacional e Estadual de Vacinação contra a Covid-19, pelo Município de Cataguases nesta sexta-feira (22). Conforme Nota Pública daquela procuradoria, enviada para a redação do Site Mídia Mineira, o objetivo de tal procedimento será apurar se pessoas que não se enquadram no grupo prioritário eleito pelas autoridades 
sanitárias foram beneficiadas com a imunização. Confira a nota na íntegra no final da matéria.

A administração terá 24 horas para enviar os seguintes documentos:
  • Encaminhar a relação de pessoas que já foram ou serão imunizadas, indicando o nome completo e qual o grupo prioritário pertence;
  • Informar quantas doses foram destinadas a cada grupo prioritário;
  • Explicar se foi possível vacinar todos os idosos em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI);
  • Dizer se as doses aplicadas foram informadas no Sistema Nacional de Imunizações. 

Segundo informações, denúncias
 encaminhadas para o vereador Rafael Moreira (PROS), nesta quinta-feira (21), dando conta de que familiares de servidores da Secretaria de Saúde estariam furando a fila de vacinação, motivaram o mesmo a questionar ao secretário de Saúde sobre a veracidade dos fatos (vídeo acima). Conforme o vereador contou para o Site Mídia Mineira, foi encaminhado um ofício para o secretário onde ele pediu o seguinte:
  1. Relação das pessoas que já foram vacinadas com nome, setor de trabalho, número de registro e lote da vacina.
  2. Quais os critérios que estão sendo utilizados para a vacinação em Cataguases? 
  3. As pessoas que estão diretamente ligadas ao setor Covid já foram vacinadas como grupo prioritário? Se não foram qual o motivo? 
  4. Qual o número de vacinas que chegou em Cataguases no primeiro lote?
Conforme o vereador, a resposta não foi satisfatória, pois o secretário respondeu que não poderia passar os nomes das pessoas vacinadas, com base na 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e no Artigo 5º, inciso X da Constituição Federal Brasileira de 1988. Confira abaixo a resposta na íntegra do secretário.


Em conversa com o secretário municipal de Saúde, Ricardo Mattos, nossa redação foi informada que o questionamento já foi respondido para o vereador, que são acusações totalmente infundadas, somente para criar tumulto. "Nós estamos seguindo religiosamente o que está na Nota Técnica da Secretaria Estadual de Saúde com relação a essa fase 1, como estão chamando. O cronograma está sendo seguido à risca, inclusive estamos tendo uma dificuldade em poder, tecnicamente, priorizar qual profissional de Saúde tem mais exposição e qual tem menos exposição, porque isso é uma solicitação feita pela norma técnica também", afirmou o secretário.

A Promotoria também disponibilizou o e-mail pj1cataguases@mpmg.mp.br e o site https://www.mpmg.mp.br/conheca-o-mpmg/ouvidoria para a população realizar denúncias relativas a vacinação contra a Covid-19.

Confira abaixo a Nota Pública da Promotoria:




Comentários

  1. Eu acredito que o secretário e pessoa honrada e não iria permitir tal irresponsabilidade.

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  2. Baseado no entendimento do Secretário os governadores de vários estados teriam cometido grave crime contra a Constituição ao exibir publicamente a vacinação procedida.

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