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Câmara de Dona Euzébia rejeita parecer do TCEMG e aprova contas de 2014 do ex-prefeito Mazinho

Decisão aconteceu após o ex-prefeito apresentar defesa em plenário. Nesta quinta-feira (2), os vereadores de Dona Euzébia rejeitaram o parecer do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) e aprovaram as contas do ex-prefeito da cidade, Itamar Ribeiro Toledo, o Mazinho, referente ao exercício de 2014. No dia 12 de agosto, os vereadores realizaram uma votação para analisar o parecer do TCE, mas a mesma foi anulada pelo próprio TCE, devido a falta de quórum e a ausência de defesa do ex-prefeito. Na ocasião, a Comissão de Finanças havia acompanhado o parecer do TCE, mas após o comparecimento de Mazinho, dentro do prazo regimental, os vereadores aceitaram os argumentos, fazendo com que a maioria dos membros da comissão mudassem o voto, deixando os demais edis à vontade para rejeitar o parecer por 6 votos a 3. Não é a primeira vez que a Câmara de Dona Euzébia rejeita um parecer do TCEMG.  O fato já ocorreu em outras duas oportunidades, quando os vereadores rejeitaram o parecer do

"Lugar de mulher é onde ela quiser": campanha do MPT aborda desigualdade de gênero no trabalho

Aos 16 anos, Nívia teve contato pela primeira vez com questões de gênero e raça em um projeto apoiado pelo UNICEF. Hoje ela é um exemplo para meninas que vivem uma realidade muitas vezes distante de seus direitos.
Foto: UNICEF/BRZ/Danielle Pereira
Trabalhar, cuidar dos filhos, da casa. Essa é a realidade de muitas mulheres no Brasil. E essas multitarefas muitas vezes comprometem a participação mais efetiva das mulheres no mercado de trabalho.

Esse é um dos temas da campanha lançada pelo Ministério Público do Trabalho em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. O tema deste ano é "Lugar de mulher é onde ela quiser". A coordenadora nacional de Promoção da Igualdade e Eliminação da Discriminação no Trabalho, procuradora Adriane Reis, comentou sobre essa realidade das mulheres.


“As mulheres estão muitas vezes em atividades informais, que não têm um registro, ou em atividades autônomas. Justamente pela dificuldade de compatibilizar algumas tarefas nos papeis sociais que já estão pré-definidos, como o papel do cuidado familiar, em que há sobrecarga para a mulher”.

De acordo com pesquisa do IBGE, ainda há muita diferença na remuneração de homens e mulheres. Adriane Reis explica que, quando se trata de mulheres negras, essa diferença é ainda maior.

“Em média, no Brasil, o percentual é de 20% de diferença entre homens e mulheres. Quando a mulher é negra, a diferença supera 40%”.

E a campanha do Ministério Público do Trabalho não deixa a violência doméstica de fora. Outro foco da ação é mostrar que as mulheres que sofrem com esse tipo de problema faltam mais ao serviço.

Todas as informações da campanha estão nas redes sociais do MPT, como Instagram, Facebook e Twitter.

Fonte: EBC e MPT

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