Polícia Militar prende em Cataguases foragido da justiça

Na sexta-feira (5), a Polícia Militar prendeu um foragido da justiça, na MG-447 próximo a localidade conhecida como Sereninho. Segundo a PM, a prisão foi possível após uma denuncia anônima dando conta de que o homem, de 38 anos, vulgo Bengala, com mandado de prisão em aberto, transitava pelo bairro Tomé em um veículo de aplicativo. Abordado, nada de ilícito foi localizado em seu poder, sendo dado voz de prisão e encaminhado para Delegacia de Polícia Civil para as demais providências. 

Associação Mineira de Supermercados fala sobre aumento de preços

Na última sexta-feira (27), A Associação Mineira de Supermercados (AMIS), divulgou em seu site uma Carta Aberta aos Consumidores Mineiros, com o objetivo de esclarecer a alta nos preços que o consumidor vem sentindo neste período de isolamento social devido ao enfrentamento da COVID-19.

Segundo a entidade, a alta de preços se concentra principalmente em: laticínios em geral, ovos, feijão, óleo, arroz e alho, devido à grande demanda junto aos fornecedores, provocada pela corrida dos consumidores aos supermercados o que fez com que os estoques baixassem e houvesse a necessidade de reposição imediata. "Os supermercados estão tentando exaustivamente negociar com seus fornecedores, mantendo a margem de comercialização, buscando evitar que os preços desses produtos sofram reajustes", diz a nota.

A entidade enviou ofícios ao PROCON e ao Governo de Minas manifestando sua preocupação em relação à pressão dos fornecedores por aumento de preços e pede aos consumidores que evitem a formação de estoques domésticos, o que aumentaria a demanda para reposição do estoque e prejudicaria a negociação junto aos fornecedores. A AMIS também aconselha a troca de produtos conhecidos do consumidor por marcas alternativas.

Confira abaixo a carta na íntegra:
CARTA ABERTA AOS CONSUMIDORES MINEIROS

Aumento de Preços
A Associação Mineira de Supermercados (AMIS) vem esclarecer altas de preços que alguns produtos sofreram nos últimos dias:
  1. As empresas supermercadistas estão solidárias e trabalhando incansavelmente no enfrentamento da pandemia Covid-19. Os supermercados estão abastecidos e em funcionamento.
  2. O novo desafio tem sido enfrentar reajustes de preço de seus fornecedores.
  3. A pressão por aumento de preços está concentrada principalmente nos seguintes produtos: laticínios em geral, ovos, feijão, óleo, arroz e alho.
  4. A pressão por aumentos ocorre neste momento de reposição de estoques. Com a alta demanda geral registrada no início do enfrentamento da pandemia, os estoques, que garantiriam abastecimento durante determinado prazo de tempo, foram rapidamente consumidos, o que gerou a necessidade de novas compras junto aos fornecedores. Com o excesso de demanda, os preços sofrem pressão. Os fornecedores alegam aumento de custos em seus insumos.
  5. Os supermercados estão tentando exaustivamente negociar com seus fornecedores, mantendo a margem de comercialização, buscando evitar que os preços desses produtos sofram reajustes. A reposição se faz necessária para evitar desabastecimento.
  6. Como elo final da cadeia de abastecimento entre os fabricantes e os consumidores, os supermercados apenas repassam o custo dos produtos que adquirem da indústria.
  7. A AMIS enviou ofícios ao PROCON-MG e ao Governo de Minas, manifestando sua preocupação em relação à pressão dos fornecedores por aumento de preços.  Ao mesmo tempo, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) está mantendo permanente contato com o Governo Federal.
  8. A AMIS pede a colaboração dos consumidores para que evitem a formação de estoques domésticos.  Uma demanda excessiva prejudica a negociação dos supermercados com os fornecedores por preços estáveis.
  9. Recomenda também a substituição de itens de sua rotina de compras, quando possível, e/ou aquisição de marcas alternativas. 

Belo Horizonte, 27 de março de 2020
ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE SUPERMERCADOS (AMIS)

*Imagem da Internet / ilustrativa

Comentários

  1. Além da ganância e oportunismo em casos de calamidade pública desses empresários terroristas, a culpa também é do governo e órgãos de imprensa que ficam o tempo todo causando histeria na população como se o mundo fosse acabar por causa de uma gripe.

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