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2 de dezembro: Minas Gerais completa hoje 301 anos de emancipação

Minas começou a ganhar autonomia administrativa em 1720, quando formou uma capitania própria e foi, por muito tempo, centro econômico brasileiro Neste dia 2 de dezembro de 2021, Minas Gerais completa 301 anos de sua emancipação da capitania de São Paulo, por alvará régio do Rei Dom João V, assinado após ouvir o Conselho Ultramarino, em 2 de dezembro de 1720. Até se tornar um estado tal qual conhecemos hoje, muita coisa aconteceu. A capitania de Minas Gerais foi o primeiro passo para a autonomia administrativa de Minas e ela é resultado do desmembramento da capitania de São Paulo e Minas do Ouro.  Com a descoberta da abundância de ouro no fim do século XVII a região se tornou o centro econômico da colônia. "Minas é, durante muito tempo, um conjunto de arraiais. Eu costumo comparar Minas nesse período com um filme de faroeste. É uma terra sem lei onde não existe um aparato administrativo, que vai se instalar só por volta de 1709 e que vai se consolidar por volta de 1720", expli

Reunião discute Turismo e Economia Criativa em Cataguases



A Câmara Técnica de Esporte e Turismo do Conselho de Desenvolvimento de Cataguases (CODEC), realizou na tarde de sexta-feira (26), no Centro Cultural Sicoob Coopemata, a primeira de uma série de 3 reuniões para fomento do turismo e economia criativa no município. Ao todo, 41 pessoas ligadas à área compareceram para ouvir as palestras de Regina Faria, Diretora de Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e Cultura e César Piva, Presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata. O encontro contou também com o apoio da CDL Cataguases, SEBRAE e da Prefeitura de Cataguases através da secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

O empresário Camilo Cristóvão Vicente, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cataguases - CDL e vice-presidente do Conselho Administrativo do Sicoob Coopemata, se mostrou muito satisfeito com o evento e com o andamento do Conselho: "Cataguases precisa disso, precisa movimentar, precisa de fomento e a gente sabe que o audiovisual é uma coisa que já acontece em Cataguases e a gente fica feliz da vida com outros tipos de iniciativa que muito em breve a população de Cataguases estará colhendo frutos. A pressa para os resultados é muito grande, mas a sementinha já foi plantada lá atrás em 2015 e agora a gente começa a perceber os frutos".

O presidente do CODEC, Humberto Lanzieri, destacou a importância do evento que faz parte da instalação de mais uma Câmara Técnica. "O objetivo final que é gerar projetos para desenvolver a cidade, só vai ser atingido com o trabalho das Câmaras Técnicas, se elas não gerarem projetos não poderemos captar recursos e não poderemos fazer nada, [...] a cidade precisa agora da participação das pessoas", ressaltou. Segundo ele, já existe uma união do empresariado de Cataguases e das entidades, mas que o que falta são os projetos para gerar desenvolvimento. "É um ciclo, um depende do outro, se for bom pra um, será bom para todos", disse.


Regina Faria, Diretora de Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo disse que o audiovisual é um alicerce para o desenvolvimento de outros seguimentos criativos e que o evento com formação da Câmara temática do turismo foi uma ótima oportunidade para os empreendedores se engajarem em uma pauta que a cidade já vem perseguindo há muitos anos, que é o desenvolvimento dos segmentos ligados ao audiovisual e que o Turismo poderá se aproveitar deste momento que Cataguases vive, podendo ser reconhecida como Cidade Criativa da UNESCO no setor do audiovisual. Ela também falou sobre a Poligonal de Tombamento da cidade: "Eu acredito que um dos segmentos do turismo que a cidade pode trabalhar é justamente o Turismo Pedagógico, onde as pessoas vêm para absorver conhecimento, vivenciar práticas, então, é um dos segmentos que eu vejo como oportunidade para Cataguases investir, haja vista todo legado que tem em relação ao patrimônio, arquitetura e essa questão do audiovisual que soma, esse legado, esse patrimônio todo é uma grande chance para a cidade explorar este potencial também".


Para César Piva, Gestor Cultural da Fábrica do Futuro, é necessário um trabalho de educação para mostrar o sentido e a importância do Patrimônio histórico que a cidade tem. "Esse evento aqui colabora com essa reflexão e com essa visão, os filmes não estão vindo aqui à toa, eles não estão vindo aqui de graça, os filmes estão vindo pra cá porque tem um trabalho, porque alguma coisa está chamando a atenção desses filmes, então, a gente tem de revelar isso, olhar pra isso e eu não tenho dúvida de que o patrimônio cultural da cidade faz a diferença como faz pra qualquer outro no Brasil. Cidade com prédio tem em todo lugar, ruas e carros tem em todo lugar, então eu acho que as pessoas tem de começar a pensar: que tipo de crescimento a gente quer? Que tipo de desenvolvimento urbano a gente quer? Que tipo de Turismo a gente quer? ", finalizou.


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