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Mulher é resgatada de açude em Muriaé após veículo ser carbonizado

Os policiais civis foram informados sobre a existência de um veículo carbonizado no local e, após levantamentos, conseguiram encontrar a vítima com queimaduras, dentro de um açude, no interior de uma mata. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) resgatou, nesta quinta-feira (25/11), uma mulher que estava com queimaduras, dentro de um açude, no interior de uma mata, no município de Muriaé, na Zona da Mata mineira.  De acordo com o delegado Glaydson de Souza Ferreira, policiais civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) obtiveram informações de que havia um veículo carbonizado no distrito industrial. Ao se deslocarem até o local e realizarem levantamentos, foi possível identificar o carro. “Após horas de buscas, encontramos a vítima com queimaduras dentro de um açude, no meio da mata. Em conversa com a vítima, ela informou que se encontrava em um quadro depressivo”, informa, explicando que ela relatou que teria comprado galões de gasolina para atear fogo no próprio veícul

Fabricante de cigarros de palha é alvo de operação de combate à sonegação fiscal

Estimativa de prejuízo aos cofres públicos é de R$ 50 milhões, informa Secretaria de Estado de Fazenda

Foto: Divulgação/SEF
Força-tarefa constituída pela Receita Estadual, Ministério Público de Minas Gerais e Polícia Civil desencadeou, nesta quinta-feira (13/6), a operação "Paieiro”. A açao conjunta faz parte das investigações que apuram esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo o grupo Souza Paiol, atuante no mercado de fabricação de cigarros de palha.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão - expedidos pela Justiça - em endereços comerciais e residenciais no município de Pitangui, na região Centro-Oeste do estado. Durante a operação, foram apreendidos documentos, cigarros e cerca de R$ 1 milhão em espécie, além de duas armas e munições.

As investigações começaram a partir do trabalho da Receita Estadual de análise das entradas de mercadorias nas indústrias em geral no Estado de Minas Gerais. Com relação a empresa investigada, foi identificada uma discrepância muito grande entre o volume de entrada de matérias-primas e as saídas de mercadorias.

"Basta dizer que nos últimos dois anos nós verificamos entrada de 140 mil metros de tubos plásticos para produção de anilhas e no mesmo período vimos um faturamento médio de R$ 22 mil em saídas. Isso é incompatível, pois cada metro desse tubo é capaz de produzir 15 mil anilhas para a produção de cigarros. E o contribuinte informava que vendia em torno de 2.200 maços de cigarro, quando na verdade estava produzindo e vendendo 1,250 milhão de maços mensalmente, como já temos informação a partir dos dados apreendidos", afirmou o auditor fiscal Pierre Julião.


A estimativa da Receita Estadual é que a sonegação da empresa seja da ordem de R$ 50 milhões, em relação às operações dos últimos cinco anos. "Esses são dados preliminares. Podemos, a partir dos materiais apreendidos, ter informações que nos levem a um volume muito maior de sonegação", complementou Julião.

O promotor de Justiça do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet), Hugo Barros, revela que o recurso sonegado foi movimentado "de forma espúria" pelos responsáveis, que tentaram lavar o dinheiro usando conta bancária de terceiro, a mãe de um dos investigados. Segundo ele, apenas no mês de agosto de 2018, essa conta movimentou cerca de R$ 6 milhões. “Nos demais meses, também movimentaram grandes quantias de dinheiro e depois compraram bens e colocaram em nome de empresas de participação como forma de blindar esse patrimônio”, disse.

De acordo com o promotor, além dos pedidos de busca, houve a solicitação para o bloqueio de contas bancárias, especialmente daquelas utilizadas para possível lavagem de dinheiro. “O MPMG espera bloquear ao menos uma parte dos valores sonegados para possibilitar o ressarcimento ao erário”, acrescentou.

As investigações apontam que um grande volume de produção e venda não declarado gerou um lucro que pode ter sido usado para a aquisição de mais de uma dezena de imóveis, alguns de alto valor, em bairros nobres de Belo Horizonte e Nova Lima.


Foto: Divulgação/SEF

Cira

A operação é mais uma ação conjunta desenvolvida no âmbito do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e contou com a participação de 29 servidores da Receita Estadual, três promotores de Justiça, dois delegados e 18 agentes da Polícia Civil.

Fonte: Agência Minas

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