Proprietário de drogaria é preso em Pádua após vender comprimido abortivo para moradora de Cataguases

Um comerciante de Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense, foi preso em flagrante, depois de vender, para uma moradora de Cataguases, um medicamento utilizado ilegalmente para a indução do aborto. De acordo com informações, a prisão aconteceu na quinta-feira (21). Policiais Militares do 36º BPM já haviam sido alertados através de denúncia anônima e interceptaram o veículo GM Celta de aplicativo, no bairro Cidade Nova, onde viajava uma mulher, moradora de Cataguases, que levava consigo quatro comprimidos do medicamento abortivo. Ela alegou ter acabado de adquirir em uma drogaria que fica naquele mesmo bairro e que teria pago através de transferência bancária, realizada pelo companheiro, que determinou a interrupção da gestação. O comerciante foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil para as demais providências. Com informações e foto da Folha de Italva  

Casos de Febre Chikungunya em Cataguases servem de alerta para intensificar o combate ao Aedes aegpyt

Dois casos suspeitos de Febre Chikungunya foram confirmados no município, sendo um deles na última quarta-feira, dia 5 de junho. Desde o início do ano, foram notificados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) oito casos suspeitos da doença e os dois casos confirmados aconteceram em maio e neste mês de junho. Conforme lembrou a coordenadora de epidemiologia da SMS, Tairises da Silva Roque, somente as ações de prevenção ao mosquito podem evitar a doença. Entre elas, que são fartamente divulgadas, estão manter quintais limpos, eliminar os depósitos que acumulam água e permitir que os agentes de controle de endemia entrem nas residências para efetuarem o tratamento de ralos, vasos de planta, entre outros possíveis criadouros do mosquito transmissor da doença.

A Chikungunya é transmitida pelo mesmo mosquito que é vetor da Dengue e do Zica Vírus, o Aedes aegpty. Sobre a Dengue, Tairises informa que aconteceram 118 notificações de casos suspeitos da doença este ano, sendo que quinze foram confirmados como sendo Dengue. “Isso mostra que o mosquito está presente e, embora os números não cheguem a ser alarmantes é importante destacar que as doenças transmitidas pelo Aedes, que antes eram mais comuns no verão, agora estão surgindo durante todo o ano, o que nos alerta para a constante vigilância de nossas residências, onde acontecem a maioria dos casos de proliferação do mosquito. E isto deve ser uma rotina dos moradores o ano todo”, ressalta.

Ela também falou sobre as subnotificações de dengue e outras doenças de notificação compulsória, que ocorrem quando o paciente procura atendimento particular ou através de plano de saúde e não são comunicados à Secretaria de Saúde. “Estimamos que haja cerca de 50 a 60% de subnotificações na cidade, principalmente de dengue. Isto nos traz um transtorno porque somente com os dados corretos poderemos ter a noção exata do que ocorre em nossa cidade e tomar as medidas corretas para o controle da doença. Por isso, é importante que as pessoas que procuram o atendimento particular ou por plano de saúde peçam a seu médico para informar a Secretaria de Saúde para que possamos notificar todos os casos”, afirmou a coordenadora de epidemiologia.


Fonte: Prefeitura de Cataguases

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