Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

Audiência pública na Câmara de Cataguases sobre preço dos combustíveis teve pouco interesse do povo e dos convidados

Poucas pessoas compareceram à Audiência Pública realizada pela Câmara Municipal de Cataguases, na noite da quinta-feira (28) para tratar do preço dos combustíveis na cidade, proposta pelos vereadores Marcos Costa e Ricardo Dias. Dos convidados, apenas o proprietário do Posto Modelo, José Onofre Pereira, esteve presente. O Ministério Público justificou a ausência e enviou ofício dizendo que já foi aberto Inquérito Civil Público para verificar se existe irregularidade no setor em Cataguases. Procon e demais autoridades convidadas não compareceram. A população também não se interessou pelo assunto, apenas 6 pessoas compareceram para assistir.

Durante aproximadamente 2 horas, o único empresário que atendeu ao chamado, José Onofre Pereira, proprietário do Posto Modelo, no Beira Rio, tentou explicar os motivos da diferença de preços do combustível em Cataguases para os municípios vizinhos e respondeu os questionamentos dos vereadores. Segundo ele, existe um custo que inclui despesas com funcionários, impostos, taxa cobrada pelo cartão que acaba repassada para todos os consumidores, uma vez que é proibido fazer preço diferenciado para pagamento em dinheiro ou cartão, inadimplência, entre outros, além dos postos que possuem bandeira de determinada marca, serem obrigados a comprar apenas deste fornecedor, o que encarece em torno de 7% no preço final, no entanto, isso também garante a qualidade do combustível, explicou. 

Questionado porque um proprietário de posto em Cataguases que possui posto em outra cidade, consegue vender mais barato na outra cidade e não consegue em Cataguases, ele respondeu que a tabela de preços do combustível é diferenciada por área de influência.  "Todo preço de compra do combustível é regionalizado e cada um tem uma área de influência. Muriaé não atinge a área de influência de Cataguases, Ubá não atinge Cataguases, Leopoldina que está a 20 quilômetros, não atinge Cataguases. Cataguases está na área de Dona Eusébia, Astolfo Dutra, Santana de Cataguases e Miraí. Quem determina isso é o próprio sistema, o cara que controla preço de venda, ele não sabe onde está Cataguases, nem sabe que Cataguases existe, ele sabe no computador que nesta área de influência o preço é x", explicou.


Por fim ele também ressaltou que hoje não existe imposto municipal que influencia no preço do combustível e que as mudanças precisam acontecer de cima pra baixo, modificando a legislação para compra e venda do combustível.

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