Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

Aterro para resíduos da construção civil em Cataguases começa a ser operado sob nova gestão

Já está funcionando desde o dia 1º de janeiro, o aterro para destinação de resíduos da construção civil. A administração ficará a cargo da empresa Terraplenagem Souza e Filhos Ltda, vencedora de um chamamento público da Prefeitura no final do ano passado. Até então, conforme explicou o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, José Emilton Silva, o próprio município é que fazia a gestão do local, que fica no bairro Justino, compactando e aterrando as sobras de construção, utilizando para tanto o dinheiro público.

“Embora o lugar fosse apropriado e seguisse as normas vigentes, o município teve alguns problemas neste aterro durante as fiscalizações da Polícia Ambiental. A empresa que está agora administrando o local é especializada neste tipo de serviço e tem, inclusive, planos para o reaproveitamento e reciclagem dos materiais que são encaminhados para lá”, explicou o secretário.

Ainda segundo ele, anteriormente toda a população pagava pela manutenção do aterro, uma vez que era direcionado dinheiro do município, oriundo dos impostos pagos pela população, para a sua gestão. “A partir de agora, somente vão pagar para usar o aterro as pessoas que realmente o estiverem utilizando, desonerando a Prefeitura deste encargo financeiro e destinando a verba antes usada, para outros serviços e projetos de interesse da população”, afirmou José Emilton.

Ele e o coordenador da Secretaria, o engenheiro Marco Aurélio Moreira Venditti, explicaram que a população pode e deve ajudar também com o armazenamento
adequado dos resíduos de construções civis durante as obras em seus respectivos imóveis. Para isso é indispensável contratar as caçambas apropriadas para alojar os materiais ou o serviço dos carroceiros, que destinam os mesmos para as proximidades do Mercado do Produtor, onde a Prefeitura mantém um depósito que diariamente reúne sobras de construção para serem encaminhadas ao aterro do bairro Justino.

O engenheiro também destacou que foi aprovado pela Câmara Municipal no final de 2018 o novo Código Ambiental Municipal que prevê, entre outras coisas, sanções e multas para quem destina de forma inadequada as sobras de suas construções.

Fonte: Jornal Cataguases

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