Após denúncia MP irá apurar descumprimento de protocolo na vacinação contra a Covid-19 em Cataguases

Vereador Rafael Moreira solicitou nome das pessoas que foram vacinadas, mas não foi atendido A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Cataguases, por meio da Promotora de Justiça Amanda Merlini Dutra Osipe, instaurou procedimento para apurar eventual descumprimento dos Planos Nacional e Estadual de Vacinação contra a Covid-19, pelo Município de Cataguases nesta sexta-feira (22). Conforme Nota Pública daquela procuradoria, enviada para a redação do Site Mídia Mineira, o objetivo de tal procedimento será apurar se pessoas que não se enquadram no grupo prioritário eleito pelas autoridades  sanitárias foram beneficiadas com a imunização. Confira a nota na íntegra no final da matéria. A administração terá 24 horas para enviar os seguintes documentos: Encaminhar a relação de pessoas que já foram ou serão imunizadas, indicando o nome completo e qual o grupo prioritário pertence; Informar quantas doses foram destinadas a cada grupo prioritário; Explicar se foi possível vacinar todos os idosos

Aterro para resíduos da construção civil em Cataguases começa a ser operado sob nova gestão

Já está funcionando desde o dia 1º de janeiro, o aterro para destinação de resíduos da construção civil. A administração ficará a cargo da empresa Terraplenagem Souza e Filhos Ltda, vencedora de um chamamento público da Prefeitura no final do ano passado. Até então, conforme explicou o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, José Emilton Silva, o próprio município é que fazia a gestão do local, que fica no bairro Justino, compactando e aterrando as sobras de construção, utilizando para tanto o dinheiro público.

“Embora o lugar fosse apropriado e seguisse as normas vigentes, o município teve alguns problemas neste aterro durante as fiscalizações da Polícia Ambiental. A empresa que está agora administrando o local é especializada neste tipo de serviço e tem, inclusive, planos para o reaproveitamento e reciclagem dos materiais que são encaminhados para lá”, explicou o secretário.

Ainda segundo ele, anteriormente toda a população pagava pela manutenção do aterro, uma vez que era direcionado dinheiro do município, oriundo dos impostos pagos pela população, para a sua gestão. “A partir de agora, somente vão pagar para usar o aterro as pessoas que realmente o estiverem utilizando, desonerando a Prefeitura deste encargo financeiro e destinando a verba antes usada, para outros serviços e projetos de interesse da população”, afirmou José Emilton.

Ele e o coordenador da Secretaria, o engenheiro Marco Aurélio Moreira Venditti, explicaram que a população pode e deve ajudar também com o armazenamento
adequado dos resíduos de construções civis durante as obras em seus respectivos imóveis. Para isso é indispensável contratar as caçambas apropriadas para alojar os materiais ou o serviço dos carroceiros, que destinam os mesmos para as proximidades do Mercado do Produtor, onde a Prefeitura mantém um depósito que diariamente reúne sobras de construção para serem encaminhadas ao aterro do bairro Justino.

O engenheiro também destacou que foi aprovado pela Câmara Municipal no final de 2018 o novo Código Ambiental Municipal que prevê, entre outras coisas, sanções e multas para quem destina de forma inadequada as sobras de suas construções.

Fonte: Jornal Cataguases

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