Pular para o conteúdo principal
Unipac
Web Certificados
Drogaria Santa Rita DecolaNet RÁDIO BRILHO CATAGUASES - MG

Câmara de Dona Euzébia rejeita parecer do TCEMG e aprova contas de 2014 do ex-prefeito Mazinho

Decisão aconteceu após o ex-prefeito apresentar defesa em plenário. Nesta quinta-feira (2), os vereadores de Dona Euzébia rejeitaram o parecer do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) e aprovaram as contas do ex-prefeito da cidade, Itamar Ribeiro Toledo, o Mazinho, referente ao exercício de 2014. No dia 12 de agosto, os vereadores realizaram uma votação para analisar o parecer do TCE, mas a mesma foi anulada pelo próprio TCE, devido a falta de quórum e a ausência de defesa do ex-prefeito. Na ocasião, a Comissão de Finanças havia acompanhado o parecer do TCE, mas após o comparecimento de Mazinho, dentro do prazo regimental, os vereadores aceitaram os argumentos, fazendo com que a maioria dos membros da comissão mudassem o voto, deixando os demais edis à vontade para rejeitar o parecer por 6 votos a 3. Não é a primeira vez que a Câmara de Dona Euzébia rejeita um parecer do TCEMG.  O fato já ocorreu em outras duas oportunidades, quando os vereadores rejeitaram o parecer do

Ação conjunta interdita empresa por produção irregular de álcool em distrito de Leopoldina

Policiais civis em Leopoldina e fiscais da Vigilância Sanitária – no âmbito estadual e municipal – realizaram a ação na última semana e também constataram a comercialização irregular dos produtos. Um suspeito foi preso.


Uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Minas Gerais e a Vigilância Sanitária – no âmbito estadual e municipal - foi deflagrada na última semana em um distrito do município de Leopoldina, na Zona da Mata mineira, visando apurar denúncia de produção e comercialização irregular de álcool 70% em uma empresa. Na ocasião, o responsável pelo local, de 63 anos, foi preso em flagrante, suspeito de “falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais”, conforme disposto no artigo 273, §§1º, 1-A e 1-B, I, do Código Penal.

Durante a fiscalização, foi constatado que a empresa estaria produzindo álcool 70% - mas também álcool 92%-, desrespeitando a interdição realizada anteriormente pelos fiscais sanitários, bem como teria comercializado os saneantes já envasados que foram interditados em fiscalização realizada em 2020. O local também não tinha autorização para funcionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e alvará ou licença sanitária emitida pelo órgão de saúde competente do estado e do município, e demais outorgas públicas para funcionamento, inclusive, para fabricação e armazenamento de substância inflamável.

Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais

Comentários

Anuncie Aqui Anuncie Aqui