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Morador de Leopoldina tem perna amputada e filho pede ajuda para compra de prótese

Familiares de Sílvio Bastos, 62, que mora em Leopoldina, lançaram campanha de arrecadação de fundos para comprar uma prótese para a perna direita Familiares do Sr. Sílvio Bastos, de 62 anos, residente em Leopoldina, iniciaram uma campanha de arrecadação de recursos para a compra de uma prótese para sua perna direita, amputada no início de 2020 devido a complicações relacionadas à diabetes. O filho do paciente, Jeferson, entrou em contato relatando a situação em busca de ajuda dos leitores e leitoras que acessam o jornal e informando sobre a “vaquinha”, aberta para tentar comprar a prótese. De acordo com o orçamento, datado de 7 de abril deste ano, a prótese para amputação transtibial, pé sach, encaixe em resina acrílica, reforço em carbono, sistema por pino de fixação com liner em silicone, tem o valor orçado em R$ 9.500,00. “Olá! Venho por meio deste avisar que estamos fazendo uma corrente do bem pra tentar comprar a prótese de meu pai”, escreveu Jeferson. “Meu pai veio sofrendo de di

Confecção de Cataguases terá que pagar indenização por atraso de salário durante a pandemia

[Imagem ilustrativa]

Uma confecção de Cataguases foi condenada a pagar a uma costureira indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil, em razão do atraso de pagamento dos salários e verbas rescisórias. Uma empresa do ramo da indústria e comércio de vestuário também foi condenada ao pagamento de forma subsidiária. A confecção, devedora principal da costureira, alegou que enfrentava uma profunda crise econômica em razão da pandemia da Convid-19 e, por isso, não conseguiu quitar em dia os salários dos meses de fevereiro e março de 2020, bem como as verbas rescisórias.

Ao avaliar o caso, a desembargadora relatora Maria Cecília Alves Pinto, da Primeira Turma do TRT-MG, deu razão à trabalhadora. Isso porque, segundo a julgadora, a ausência de pagamento da verba salarial caracteriza ofensa aos direitos da personalidade, pois retira do trabalhador o acesso a valores necessários à sua subsistência, o que fere a sua dignidade.

Para a relatora, embora a situação relativa ao novo coronavírus tenha exigido a adoção de medidas excepcionais, inclusive com a declaração de estado de calamidade pública pelo Governo Federal, “não se olvida que a pandemia está acarretando sérias dificuldades financeiras às empresas de modo geral”. No entanto, na visão da magistrada, os trabalhadores também estão sofrendo com a perda de empregos, a dificuldade em alcançar nova colocação no mercado de trabalho e o aumento dos preços dos itens necessários à sobrevivência.

Assim, diante da realidade e das circunstâncias do caso concreto, o colegiado deu provimento ao recurso da costureira, para deferir o pagamento de indenização por danos morais no importe de R$ 3 mil. No entendimento dos julgadores, o arbitramento da indenização deve ser equitativo e atender aos objetivos compensatório, pedagógico e preventivo, que fazem parte da indenização ocorrida em face de danos morais.

O processo foi enviado ao TST para análise dos recursos interpostos pela empresa do ramo de indústria e comércio de vestuário, condenada a responder subsidiariamente pela dívida trabalhista.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região 

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