AGORA É LEI: Em Cataguases autistas terão direito a Carteira de Identificação para garantia de direitos

Lei do vereador Ricardo Dias foi sancionada pelo prefeito José Henriques no último domingo (9) O prefeito de Cataguases, José Henriques, sancionou a Lei nº 4751/2021, de autoria do vereador Ricardo Dias que Institui e Regulamenta a emissão da Carteira de Identificação da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIA/TEA) no âmbito do Município de Cataguases. O documento será emitido pelos Centros de Referências de Assistência Social (CRAS), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social e o portador poderá usufruir dos direitos concedidos a pessoa com TEA no Município, como preferência e prioridade total em todos os órgãos, setores e repartições públicas e particulares que possuam filas e ordem de chegada para fins de atendimento, gratuidade em estacionamentos públicos e privados, entre outros. A Lei já está em vigor e os responsáveis devem se dirigir a Secretaria de Desenvolvimento Social, localizada no Centro Administrativo na Rua Gama Cerqueira, 70, na Vila Domingos Lopes ou a um

Polo de Cinema de Cataguases espera término da vacinação para retomar atividades

Um dos centros de produção audiovisual mais ativos de Minas Gerais, o Polo de Cinema de Cataguases, na Zona da Mata, está completamente parado.

“Do ponto de vista de produção, todos filmes de 2020 e início de 2021 estão paralisados. Nenhum entrou em produção”, lamenta o diretor executivo Cesar Piva.

Bastidores do filme Maria do Caritó. Foto: Polo Audiovisual da Zona da Mata.

O Polo chegou a criar um laboratório com profissionais de saúde e arquitetura, para viabilizar a produção do média-metragem “O Saci”, de Bruno Benec, mas a ideia acabou sendo abortada.

“Era a menor produção que tínhamos, mas com o agravamento da Covid, passamos para este ano, pós-vacina”, registra Piva.

O documentário “Ary”, sobre o compositor mineiro Ary Barroso, conseguiu avançar um pouco, ao realizar as locuções nos primeiros dias de janeiro.

A saída encontrada pelo diretor André Weller foi gravar a voz de Lima Duarte no prédio do ator, em Indaiatuba, interior de São Paulo.

Um dos vizinhos de Duarte é o cantor Sergio Guizé, que tem um estúdio de som em casa. As gravações levaram dois dias, seguindo os protocolos de segurança.

“Por ser um documentário que terá muita imagem de arquivo, conseguimos fazer alguma coisa com equipes muito pequenas”, ressalta.

Também pesou na paralisação a questão dos custos, especialmente devido ao prolongamento das filmagens.

“Fica tudo mais caro. Pelos nossos estudos, as filmagens teriam uma duração 50% maior, o que significa uma equipe toda mobilizada por mais tempo”, aponta.

A questão da segurança é outro entrave, pois boa parte dos projetos envolve cenas com público e nas ruas, para aproveitar as características da cidade.

“Não são produções de estúdio. A nossa marca são as locações, com participação da comunidade. Um telefilme, ‘Comadres’, foi adiado duas vezes por envolver 60% de velhinhos”, revela.

Mesmo com a vacinação, Piva acredita que o sistema de trabalho será modificado, com as filmagens sendo feitas ainda sob condições específicas.

Até mesmo filmes prontos do Polo estão sofrendo com a paralisação, já que muitas salas de exibição no país estão impedidas de funcionar.

Gravação do filme "Aos Pedaços" de Ruy Guerra. Imagem: Polo Audiovisual da Zona da Mata / reprodução


Fonte: Hoje em Dia

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