Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

Abatedouro clandestino em Guarani que comercializava carne de cavalo é encontrado pela Polícia Civil



Carcaças de equinos encontradas em valas de uma fazenda, na área rural da cidade de Guarani, na Zona da Mata. Este foi o resultado da ação deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na manhã dessa terça-feira (18), na propriedade onde a equipe policial cumpriu mandado de busca e apreensão.
No local, a PCMG identificou que a propriedade estaria sendo utilizada para o abate ilegal de equinos, suínos e bovinos. Foi averiguado, ainda, que a carne supostamente seria vendida para açougues da região.

Após aumento significativo de furtos de animais e denúncias de abatedouros ilegais na região, a Delegacia Especializada em Investigação e Repressão a Crimes Rurais, vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), intensificou as investigações na área.

Após levantamentos, os policiais identificaram uma fazenda na região com frequente abate clandestino de animais. Diante dos fatos, na terça-feira (18), com apoio da Polícia Militar de Meio Ambiente e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a PCMG cumpriu mandado de busca e apreensão no local.

Na fazenda foram encontradas valas com várias carcaças de equinos. “As carcaças apresentavam vários estágios de decomposição, evidenciando que a prática deste crime é recorrente na fazenda”, salientou o Delegado responsável pelo caso, José Luiz Quintão.

O local onde as carnes eram acondicionadas apresentavam péssima condições de higiene e foi interditado pelo IMA. As investigações apontam também que a carne de equino estaria sendo comercializada como se fossem de bovinos. Ainda está sob apuração se os proprietários dos açougues que comercializavam a carne tinham ciência da procedência dela ou se também eram vítimas. “Os suspeitos poderão responder por crimes de maus tratos de animais, falta de licenciamento ambiental, furto e roubo de animais e poluição ambiental”, informou Quintão.

O dono da fazenda não estava no local no momento da busca e ainda não foi localizado. As investigações continuam para identificar e prender todos os envolvidos.


Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais
 

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