Polícia Civil apura caso de estupro de vulnerável em Juiz de Fora

Uma ação foi deflagrada nesta segunda-feira (25/1) com o intuito de cumprir mandados de busca e apreensão em desfavor de um investigado, 30 anos. Nesta segunda-feira (25/1), a Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu mandado de busca e apreensão em desfavor de um homem de 30 anos, suspeito de ter praticado estupro de vulnerável, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Após denúncia de que uma garota - que na época dos fatos tinha 11 anos - teria sido abusada sexualmente em uma escola pública na cidade, no final de novembro de 2018, policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento realizaram uma ação que resultou na apreensão de dois celulares, dois notebooks e de uma CPU, na residência do homem.  Conforme informações da delegada Ione Barbosa, a perícia está atuando na análise do material. “Até o momento, alguns materiais serão enviados para Belo Horizonte para serem analisados. O suspeito também está sendo ouvido e estamos no aguardo do resultado da perícia para to

Justiça nega habeas corpus de homem que agrediu companheira e enteada em Nova Lima

Elas também sofreram ameaças com arma de fogo


A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido de habeas corpus a um homem que agrediu e ameaçou, com arma de fogo, sua companheira e a filha dela.  

A vítima relatou que vivia com o agressor há seis meses e que constantemente sofria agressões e ameaças. 

De acordo com os depoimentos da vítima, em abril deste ano, a mulher estava almoçando com sua filha, quando a menina percebeu um hematoma no corpo da mãe e questionou o motivo da lesão. Apesar de, muitas vezes, ter tentado esconder, a mulher acabou revelando à filha que vinha sofrendo agressões. 

Quando o homem chegou em casa, a filha falou que não iria admitir que ele continuasse agredindo sua mãe. Esse fato o deixou bastante nervoso.  

Quando a menina saiu, o agressor pegou uma arma de fogo e ameaçou ir atrás dela. Desesperada, a mãe ligou para a garota, que, imediatamente, acionou a Polícia Militar. Ao chegarem ao local, os policiais realizaram a prisão preventiva, mesmo após o homem ter tentado se esconder, apagando as luzes da casa.  

No pedido de habeas corpus, o agressor alegou falta de fundamentação para a prisão preventiva e solicitou outras medidas cautelares em seu lugar.  

Chances de reincidência

Para o desembargador relator Sálvio Chaves, as chances de reincidência, caso o homem fosse solto, eram grandes.  “A decisão impugnada está avalizada por um farto conjunto de elementos colhidos na investigação policial, aptos a conduzir à tranquila convicção de que solto, poderá o paciente envidar novas práticas delitivas e, sem sombra de dúvidas, intimidar a escorreita instrução criminal. Certo é que os pressupostos autorizadores da prisão preventiva foram devidamente ponderados e aliados às circunstâncias do caso”, ressaltou o magistrado. 

Assim, o desembargador considerou que a prisão preventiva do agressor deve ser mantida para garantir a ordem pública e resguardar a integridade física da vítima.  

Os desembargadores Paulo Calmon Nogueira da Gama e Marcílio Eustáquio Gomes votaram de acordo com o relator. 

Fonte: TJMG

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