Ação conjunta prende suspeito e apreende droga em Juiz de Fora

Autor estava com a filha de 11 anos e responderá também por corrupção de menor Nesta terça-feira (19/1), uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Minas Gerais e a Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de 19 tabletes de pasta base de cocaína, droga avaliada em cerca de R$2,5 milhões, e de R$30 mil, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Um suspeito foi preso. Em novembro do último ano, outra operação integrada entre as duas instituições culminou na apreensão de drogas avaliadas em R$3 milhões. O material foi encontrado no interior de um veículo que estava em um posto de combustíveis, na Zona Norte da cidade. Além disso, o motorista, de 39 anos, foi preso em flagrante. No momento da abordagem realizada por policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e policiais da PRF, o homem estava com a filha dele, de 11 anos, que, posteriormente, foi entregue a um familiar responsável. O suspeito foi encaminhado ao Plantão da 1ª Delegacia Regional em

Macrorregiões Centro e Leste do Sul avançam para onda amarela do plano Minas Consciente

Fatores econômicos e taxas controladas do coronavírus nas regiões motivam a reativação gradual e segura de mais atividades


As macrorregiões de Saúde Centro e Leste do Sul avançaram, na quarta-feira (27/5), para a onda amarela, que constitui a segunda fase do programa Minas Consciente. Desta forma, 154 cidades foram consideradas seguras para a reabertura de livrarias, papelarias e lojas de roupas e calçados. Criado pelo Governo de Minas, o Minas Consciente propõe a retomada econômica gradual e coordenada nas cidades mineiras durante a pandemia do coronavírus.

O avanço das duas macrorregiões foi definido em encontro do Comitê Extraordinário Covid-19, que se reúne periodicamente para discutir o avanço da doença no estado. São verificados fatores econômicos, como a geração de empregos por setor, e de Saúde, como o número de leitos disponíveis e a capacidade de atendimento das unidades de saúde em cada regional. Além disso, os técnicos incluíram na avaliação a taxa de letalidade da doença no Estado, que é de 3,4% até o momento. No Brasil, o percentual é de 6,3%.

Outra mudança proposta durante a reunião do Comitê foi o avanço da macrorregião de Saúde Sul da onda verde, que permite o funcionamento somente de serviços essenciais, para a onda branca. A evolução autoriza a reabertura de espaços como lojas de artigos esportivos e jogos eletrônicos, autoescolas e floriculturas em mais 154 cidades do estado. As macrorregiões Noroeste, Norte e Centro-Sul também seguem na onda branca, já que os indicadores mostraram que a taxa de ocupação de leitos permaneceu sob controle mesmo após a reabertura. As demais regiões do estado devem manter os protocolos da onda verde.

Apesar dos avanços, o governador Romeu Zema ressalta que o momento ainda é delicado e pede que a população continue agindo com cautela.

“Até o momento, a situação de Minas Gerais é de segurança, mas vale lembrar que nos últimos sete dias tivemos um aumento no número de novos casos confirmados e também de ocupação de leitos de UTI, com 8,5% deles ocupados com doentes por covid-19. A minha recomendação é que não baixemos a guarda. Temos que continuar fazendo tudo que está ao nosso alcance para evitar a disseminação da doença. Mantenham o uso de máscara, o distanciamento de 2 metros, as medidas de higienização, porque o coronavírus ainda está no meio de nós e a qualquer momento, se descuidarmos, pode vir um aumento acentuado de contaminação”, afirma.

Ele também elogiou a postura adotada pelo povo mineiro até o momento e disse que o comprometimento de todos é fundamental para o controle da pandemia no estado.

“O mineiro tem se comportado de forma prudente e adequada. Temos de levar esse trabalho adiante. Vale lembrar que estamos acompanhando toda a ocupação de leitos de UTI nas diferentes regiões do estado, assim como a evolução dos casos. Desta forma, nós temos como programar a liberação de novas ondas do programa Minas Consciente ou o recuo, de acordo com os resultados semanais. Vencemos as batalhas até o momento, mas isso não significa que teremos mais facilidade pela frente. A tendência, com base no que observamos em outros países, é que os números possam aumentar. Então, fica o alerta para todos os mineiros. Vamos agir com muita consciência”, pede.


O programa

Elaborado pelo governo estadual, o plano Minas Consciente setoriza as atividades econômicas em quatro “ondas” (onda verde – serviços essenciais; onda branca – primeira fase; onda amarela – segunda fase; onda vermelha – terceira fase), a serem liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença.

O plano tem objetivo de orientar as prefeituras. Ficará a critério de cada prefeito aderir e seguir os protocolos em seu município. Os empresários que desejam reativar seus estabelecimentos devem consultar se a prefeitura local aderiu ao plano e seguir as orientações da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Até o dia 27 de maio, 84 prefeituras já tinham oficializado a adesão ao Minas Consciente, abrangendo mais de 2 milhões de habitantes, correspondente a 11% da população mineira.


Para a avaliação das ondas são analisados os dados fornecidos pela Sala de Situação da Secretaria de Estado de Saúde, que realiza o monitoramento constante dos municípios mineiros. São feitas atualização diárias (dados epidemiológicos, leitos e ocupação) e semanais (curvas de tendência global e regional), que permitem analisar a situação de cada macrorregião e os impactos de uma possível reabertura para o sistema de saúde local.

Com base nessas informações, foram definidos dois indicadores que mostram se o quadro da região é favorável à reabertura de novos setores nas macrorregiões Centro-Sul e Norte: relação entre a incidência de casos confirmados e a proporção de leitos ocupados; e a média de tempo para atendimento às solicitações de internações em leitos de UTI.

Onda amarela

As regiões de Saúde Centro e Leste do Sul avançaram para a onda amarela do plano Minas Consciente, permitindo, assim, a reabertura segura de novos segmentos de mercado. O avanço será possível graças às taxas controladas da doença nas regiões e o índice seguro de ocupação de leitos de UTI.

A partir de agora, poderão voltar a funcionar espaços como lojas de variedades, lojas de departamentos ou magazines (exceto Duty Free), tabacarias, livrarias, papelarias e lojas de vestuário.

As empresas dos setores deverão seguir protocolos de segurança para a reativação. Alguns deles são: demarcar com sinalização no lado externo do estabelecimento a distância de 2 metros entre as pessoas que ficarem nas filas; só permitir a entrada de clientes se estiverem utilizando máscaras; dar atendimento preferencial e especial a idosos, hipertensos, diabéticos e gestantes, garantindo um fluxo ágil de maneira que essas pessoas permaneçam o mínimo de tempo possível no interior do estabelecimento; e limitar o número de funcionários ao estritamente necessário para o funcionamento do serviço. Todos os protocolos estão disponíveis no site www.mg.gov.br/minasconsciente/empresarios.

Onda Branca


Além da macrorregião de Saúde Sul, que evoluiu para a onda branca, as regiões Noroeste, Norte e Centro-Sul, que já haviam progredido para o mesmo estágio, continuam apresentando taxas controladas da doença e, por isso, podem manter os protocolos mais flexíveis.

Vale lembrar que, para a reabertura segura, os comerciantes devem seguir os protocolos do plano Minas Consciente. Algumas das orientações são que os estabelecimentos tenham meios para higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%. Eles também devem fornecer Equipamentos de Proteção Individual adequados para a atividade exercida e providenciar barreira de proteção física quando os funcionários estiverem em contato com o cliente.

Onda Verde


As regiões Nordeste, Jequitinhonha, Leste, Vale do Aço, Sudeste, Oeste, Triângulo do Sul e Triângulo do Norte ainda não apresentam índices favoráveis para a retomada de novos setores econômicos, já que a relação entre o número de leitos e a incidência de novos casos, além do tempo médio para internação após solicitação, não permitem uma folga confiável se o número de casos crescer em decorrência da reabertura de novos estabelecimentos.

Por isso, a orientação é que os municípios dessas regiões continuem seguindo os protocolos previstos na onda verde, para preservar a saúde da população e a capacidade de atendimento do sistema de saúde local.

Hotéis, atividade paisagística e design de produtos

Após parecer técnico apresentado na reunião do Comitê Extraordinário Covid-19, os hotéis passam a compor a onda verde do plano Minas Consciente, que engloba as atividades essenciais. A decisão foi tomada após avaliação do impacto econômico e da capacidade de adaptação do setor, como higienização e distanciamento social, e levando-se em conta que os espaços podem ser utilizados como moradia.

Também foram transferidos para a onda verde os setores de atividade paisagística (como decoração e paisagismo) e design de produtos, por pertencerem à cadeia de serviços da construção civil e da indústria, respectivamente.

Os protocolos a serem seguidos pelas empresas estarão disponíveis em breve no site do plano.

Entenda os protocolos previstos para cada onda:

O Minas Consciente setoriza as atividades econômicas em quatro “ondas”, a serem liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença.
  • Onda verde –  serviços essenciais
  • Onda branca – 1ª fase
  • Onda amarela – 2ª fase
  • Onda vermelha – 3ª fase
Vale ressaltar que alguns setores foram excluídos das ondas por necessitarem de uma ótica diferenciada de tratamento. São eles:

Setores que só poderão ser retomadas quando houver controle da pandemia: atividades que geram um risco extremamente alto para a população brasileira, com grande aglomeração de pessoas e grande possibilidade de contágio, tais como grandes eventos, museus, cinemas e demais atividades incentivadoras de grandes aglomerações, além de turismo em geral, clubes, shoppings centers, academias, atividades de lazer e esportivas;

Instituições de ensino: estas atividades possuem uma ótica particular de funcionamento, que perpassam as ondas e que devem ser avaliadas pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) em conjunto com as demais Secretarias;

Administração pública, organismos internacionais e transporte público: regulados em atos próprios.

Fonte: Agência Minas

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