Polícia Civil incinera cerca de 2 toneladas de drogas em Juiz de Fora

O material foi apreendido em ações realizadas pelas forças de segurança na área que compreende a 1ª Delegacia Regional em Juiz de Fora Nesta quinta-feira (4/3), a Polícia Civil de Minas Gerais incinerou cerca de 2 toneladas de drogas, tais como maconha e outras substâncias, em uma empresa situada na Zona Norte do município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.  O material foi apreendido em ações da PCMG e de outras instituições de segurança pública, realizadas na área que compreende a 1ª Delegacia Regional em Juiz de Fora, unidade que pertence ao 4º Departamento de Polícia Civil.  Além do titular da Delegacia de Combate ao Narcotráfico, delegado Rafael Gomes,  também acompanharam os trabalhos de incineração representantes do Ministério Público, do Judiciário e da Vigilância Sanitária. Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais

Em coletiva delegada fala sobre prisão de jovem que manteve namorada em cárcere privado em Juiz de Fora

Delegada Ângela Fellet falou com a imprensa sobre o caso em Juiz de Fora. Foto: PCMG/Divulgação
A Polícia Civil informou em coletiva de imprensa sobre a prisão em flagrante de um jovem de 22 anos, suspeito de manter a namorada em cárcere privado por 15 dias no Bairro Alto Eldorado em Juiz de Fora.

Conforme informações da PC, a prisão aconteceu na quarta-feira (30/10). Após diligências realizadas por policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, a vítima, também de 22 anos, foi encontrada no local em condições precárias e insalubres.

De acordo com a Delegada Ângela Fellet, a ação foi possível após denúncias. Testemunhas, que não quiseram se identificar, entraram em contato com a Delegacia. “Os policiais civis foram até o local e encontraram a mulher em condições insalubres”, contou a autoridade policial.

A mulher teria tido um relacionamento com o suspeito de 2016 a 2018 e terminado o namoro em razão de ciúme doentio dele. “Segundo a jovem, em agosto de 2018, ela voltou a morar com o homem, pois estaria fragilizada, em decorrência da morte do padrasto. Ela estava fazendo faculdade de Educação Física, mas o suspeito teria proibido a vítima de frequentar as aulas”, explicou a autoridade policial. 

Além disso, desde que teria retornado o relacionamento, o homem passou a não deixar a mulher sair de casa sozinha, somente se estivessem juntos, e há aproximadamente 15 dias, a jovem também chegou a abandonar o trabalho. Ainda de acordo com a Delegada, o dispositivo móvel da vítima estaria sendo controlado e monitorado pelo suspeito. “Ele controlava as ações dela. Tinha acesso a todas as conversas e às redes sociais”.


O homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde se encontra à disposição da Justiça.  As investigações prosseguem para apurar a prática de outros possíveis delitos durante o cárcere privado, entre eles, maus-tratos.



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