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PCMG realiza operação “Cataclisma” em Muriaé

Ação foi realizada no município da Zona da Mata mineira para combater o tráfico. Um suspeito foi preso e drogas foram apreendidas A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (13/1), a operação “Cataclisma”, visando combater o tráfico de drogas no município de Muriaé, na Zona da Mata mineira. Na ocasião, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão no Bairro Padre Tiago, um suspeito de 29 anos foi preso.  Além disso, também foram apreendidos, aproximadamente, dois quilos de maconha, 41 papelotes de cocaína, R$ 112 e uma balança de precisão. Conforme informações do delegado Glaydson Souza, levantamentos da PCMG apontaram que o investigado realizava a mercancia ilícita de entorpecentes na residência dele, onde foram localizados os materiais.  O rapaz foi preso em flagrante por tráfico e conduzido até a unidade policial.  Operação “Cataclisma” De acordo com o delegado, o nome da operação faz alusão à dificuldade de acesso ao imóvel do suspeito, já que no loc

Supervisora de “call center” vítima de homofobia deverá receber indenização

Os julgadores da 6ª Turma do TRT-MG reconheceram a prática de homofobia e condenaram uma empresa do ramo de call center a indenizar uma supervisora de vendas, por danos morais, em R$ 5 mil.

Segundo a empregada, ela era perseguida pelo gerente da empresa, com tratamento diferenciado e homofóbico, motivado por preconceito relativo à sua orientação sexual. O comportamento intolerante acontecia de forma diária e reiterada. Era comum o gerente abordar a trabalhadora aos gritos, para humilhá-la e denegrir a imagem dela perante seus colegas de trabalho. Além disso, ele aumentava as metas de produtividade arbitrariamente e sempre trocava a empregada de equipe para prejudicar os resultados.

Testemunha ouvida no processo confirmou que o superior hierárquico tinha problemas de relacionamento com a supervisora. Segundo a testemunha, ele “pegava no pé” da empregada por ser pastor e não aceitar o relacionamento dela com a namorada. A testemunha contou ainda que já presenciou o gerente dizer à trabalhadora “que ela era o alvo dele”.

Para o desembargador relator Jorge Berg de Mendonça, a confissão ficta aplicada à ré, por sua ausência injustificada à audiência de instrução e julgamento, e, ainda, o relato da prova oral comprovaram o tratamento discriminatório, preconceituoso e desrespeitoso dispensado à empregada.


Para o magistrado, “o gerente utilizou da condição de superioridade para cometer abuso de autoridade, constituído por expressões ofensivas e depreciativas que causaram prejuízos psicológicos à gerente, lesando a sua imagem, honra e intimidade”. Dessa forma, o desembargador manteve a sentença oriunda 9ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, ampliando o valor da indenização por dano moral de R$ 2 mil para R$ 5 mil.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social do TRT-MG
Foto: metalurgicosdeminas.com.br 

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