Notícia

Polícia Civil prende suspeito de cometer crime de homicídio em Ubá

Após investigação, foi cumprido mandado de prisão preventiva em desfavor do investigado, de 29 anos
Nesta quarta-feira (28/10), a Polícia Civil de Minas Gerais realizou o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, em Ubá,  em desfavor de um homem de 29 anos, suspeito de praticar o crime de homicídio, ocorrido na noite do dia 2 de fevereiro, na cidade. A ação foi realizada por meio da atuação de policiais civis da Delegacia de Homicídios, em conjunto com a equipe de inteligência da 2º Delegacia Regional em Ubá.
Apurações indicaram que, no dia do fato, a vítima, um rapaz de 28 anos, teria combinado com o investigado de se encontrar em um local isolado para que o suspeito emprestasse uma arma calibre 38, conforme solicitado pela vítima. Posteriormente, no local, o jovem foi encontrado morto, com diversos disparos de arma de fogo. Cápsulas de munição calibre 38  também foram encontradas no local. Durante investigação, foi constatado que a vítima devia quantia em dinheiro para o homem, …
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Supervisora de “call center” vítima de homofobia deverá receber indenização

Os julgadores da 6ª Turma do TRT-MG reconheceram a prática de homofobia e condenaram uma empresa do ramo de call center a indenizar uma supervisora de vendas, por danos morais, em R$ 5 mil.

Segundo a empregada, ela era perseguida pelo gerente da empresa, com tratamento diferenciado e homofóbico, motivado por preconceito relativo à sua orientação sexual. O comportamento intolerante acontecia de forma diária e reiterada. Era comum o gerente abordar a trabalhadora aos gritos, para humilhá-la e denegrir a imagem dela perante seus colegas de trabalho. Além disso, ele aumentava as metas de produtividade arbitrariamente e sempre trocava a empregada de equipe para prejudicar os resultados.

Testemunha ouvida no processo confirmou que o superior hierárquico tinha problemas de relacionamento com a supervisora. Segundo a testemunha, ele “pegava no pé” da empregada por ser pastor e não aceitar o relacionamento dela com a namorada. A testemunha contou ainda que já presenciou o gerente dizer à trabalhadora “que ela era o alvo dele”.

Para o desembargador relator Jorge Berg de Mendonça, a confissão ficta aplicada à ré, por sua ausência injustificada à audiência de instrução e julgamento, e, ainda, o relato da prova oral comprovaram o tratamento discriminatório, preconceituoso e desrespeitoso dispensado à empregada.


Para o magistrado, “o gerente utilizou da condição de superioridade para cometer abuso de autoridade, constituído por expressões ofensivas e depreciativas que causaram prejuízos psicológicos à gerente, lesando a sua imagem, honra e intimidade”. Dessa forma, o desembargador manteve a sentença oriunda 9ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, ampliando o valor da indenização por dano moral de R$ 2 mil para R$ 5 mil.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social do TRT-MG
Foto: metalurgicosdeminas.com.br 

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