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PCMG indicia homem suspeito de cometer estupro de vulnerável em Juiz de Fora

O inquérito policial foi relatado e enviado à Justiça, nesta semana. A Polícia Civil também investiga crime praticado pelo investigado em desfavor de outro adolescente, de 13 anos. A apuração prossegue.  A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou, nesta semana, um homem de 49 anos, suspeito de ter praticado estupro de vulnerável, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Na última sexta-feira (14/1), ele foi encaminhado à delegacia pela Polícia Militar, acionada pelo pai da vítima, um menino de 12 anos, morador da Zona Norte da cidade.  Na época, durante depoimento, o suspeito, que é vizinho da vítima, confirmou ter chamado o garoto para ir até a sua residência, para, supostamente, realizar o conserto de uma bicicleta, quando foi flagrado pelo pai do menino, em um cômodo dos fundos do imóvel, junto com a vítima. Na ocasião, o flagrante foi ratificado pela PCMG e o homem foi conduzido ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça. Conforme informações do t

Cataguases teve mais de 800 títulos cancelados pela Justiça Eleitoral

O Município de Cataguases teve 807 títulos de eleitores cancelados pela Justiça Eleitoral por ausência aos três últimos pleitos e um por outros motivos. Cada turno é contabilizado como uma eleição, bem como pleitos suplementares realizados. No total, 857 títulos foram identificados em situação irregular, ou seja, que não votaram e não justificaram nos 3 últimos pleitos, mas 49 eleitores estão no grupo de pessoas acima de 70 anos e abaixo de 18 anos, que não terão os títulos cancelados por não serem obrigados a votar. 

O relatório foi divulgado na sexta-feira (24), com relação do quantitativo de pessoas (por região, unidade da Federação e município). No total, foram cancelados 2.486.495 títulos em todo país, sendo 1.247.066 na região Sudeste; 412.652 no Nordeste; 292.656 no Sul; 252.108 no Norte; 207.213 no Centro-Oeste; e 74.800 de eleitores residentes no exterior. O estado de São Paulo lidera o número de cancelamentos, com 674.500 títulos cancelados; seguido do Rio de Janeiro, com 299.121; de Minas Gerais, com 226.761; do Rio Grande do Sul, com 120.190; do Paraná, com 107.815; e de Goiás, com 96.813.

Entre as capitais, a cidade de São Paulo (SP) também encabeça o ranking, com 199.136 documentos cancelados. Em seguida, estão o Rio de Janeiro (RJ), com 126.251; Goiânia (GO), com 39.841; Manaus (AM), com 36.372; Curitiba (PR), com 35.539; e Brasília (DF), com 35.063. A cidade de Belém, capital do Pará, teve apenas 12 títulos de eleitor cancelados.

Em Juiz de Fora, maior cidade da Zona da Mata, o total de títulos cancelados por falta aos pleitos foi de: 8.843. Outros municípios próximos a Cataguases tiveram o total que segue:
  • Além Paraíba - 362
  • Astolfo Dutra - 103
  • Dona Eusébia - 40
  • Guidoval - 28
  • Laranjal - 41
  • Leopoldina - 463
  • Miraí - 119
  • Muriaé - 1.189
  • Recreio - 69
  • Santana de Cataguases - 2
  • Ubá - 1.273
Para saber se o seu título foi cancelado, basta consultar a situação no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na área “Serviços ao Eleitor – Situação eleitoral – consulta por nome ou título”. Caso prefira, o eleitor pode comparecer a qualquer cartório eleitoral com um documento de identificação com foto.


Consequências

Quem teve o título cancelado deverá pagar uma multa e, em seguida, poderá fazer a regularização da sua situação no seu cartório eleitoral, levando documento de identificação oficial original com foto, comprovante de residência e o título, se ainda o possuir. A guia para pagamento da multa pode ser emitida no site do TRE.

A regularização do título eleitoral cancelado somente será possível se não houver nenhuma circunstância que impeça a quitação eleitoral, como omissão de prestação de contas de campanha e perda ou suspensão de direitos políticos, por exemplo. O eleitor que teve o documento cancelado poderá ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público e contrair empréstimos em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo. A irregularidade também pode gerar dificuldades para inscrição, investidura e nomeação em concurso público; renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e obtenção de certidão de quitação eleitoral ou qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado, entre outras.


Com informações e foto do TREMG

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