Ação conjunta prende suspeito e apreende droga em Juiz de Fora

Autor estava com a filha de 11 anos e responderá também por corrupção de menor Nesta terça-feira (19/1), uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Minas Gerais e a Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de 19 tabletes de pasta base de cocaína, droga avaliada em cerca de R$2,5 milhões, e de R$30 mil, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Um suspeito foi preso. Em novembro do último ano, outra operação integrada entre as duas instituições culminou na apreensão de drogas avaliadas em R$3 milhões. O material foi encontrado no interior de um veículo que estava em um posto de combustíveis, na Zona Norte da cidade. Além disso, o motorista, de 39 anos, foi preso em flagrante. No momento da abordagem realizada por policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e policiais da PRF, o homem estava com a filha dele, de 11 anos, que, posteriormente, foi entregue a um familiar responsável. O suspeito foi encaminhado ao Plantão da 1ª Delegacia Regional em

Entenda por que vacinar crianças contra sarampo e poliomielite

Sem as vacinas, Brasil corre o risco de voltar a registrar casos das duas doenças

Vacinação contra o sarampo é feita via oral, por gotinhas - Foto: Ricardo Lima/Prefeitura de Contagem (MG)
Cerca de 4,1 milhões de crianças a partir de 1 ano e menores de 5 anos ainda não foram vacinadas contra sarampo e poliomielite. A campanha do governo federal termina na próxima sexta-feira (31) e tem o objetivo de alcançar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças brasileiras dessa faixa etária.

Sem a devida cobertura, o Brasil pode voltar a ter casos tanto de sarampo quanto de poliomielite, a paralisia infantil. Mesmo as crianças que já foram vacinadas em outro momento da vida devem receber doses de reforço nos postos de saúde.

Contra a poliomielite, a administração é oral, em gotinhas; para o sarampo, a prevenção vem na forma da tríplice viral injetável, independentemente de a criança já ter sido vacinada ou não.

Por que vacinar?

Há quase 30 anos o Brasil não tem casos de poliomielite. Quanto ao sarampo, o País enfrenta atualmente uma epidemia na qual já foram confirmados mais de 1 mil casos. Apesar de o País ter conseguido erradicar as doenças, os agentes infecciosos continuam em circulação em algumas partes do mundo. Com a constante circulação também das pessoas entre os países e continentes, a infecção pode ocorrer com qualquer pessoa desprotegida.

O vírus causador do sarampo no Brasil, por exemplo, é o mesmo que circula na Venezuela. A poliomielite desapareceu nos anos 1990, mas o País inteiro está com baixa cobertura vacinal. Ou seja: as pessoas estão novamente em risco. Então, não tem outro jeito: a vacina é a única forma de controlar e eliminar as doenças e não permitir que elas voltem a colocar em risco a saúde das crianças.

Maior e menor cobertura


O destaque na adesão à campanha vai para a população do Amapá, onde 90,33% do público já foi vacinado contra pólio e 90,14% contra sarampo. Em segundo lugar, aparece Rondônia (89,86% contra pólio e 88,44% contra sarampo). Por outro lado, a cobertura está baixa no Rio de Janeiro (40,15% contra pólio e 41,45% contra sarampo) e em Roraima (44,61% contra pólio e 41,09% contra sarampo).

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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