Adolescente apontado como autor de homicídio é ouvido pela Polícia Civil em Muriaé

O menor confessou ter torturado e jogado a vítima amarrada, ainda com vida, dentro do Rio Preto em Muriaé. Nesta terça-feira (13), a Polícia Civil conseguiu identificar e capturar um adolescente de 17 anos, morador do bairro União em Muriaé, apontado como responsável pela morte de outro adolescente, de mesma idade, no último domingo (11). A vítima, identificada como Dejair Fernandes Da Silva (foto abaixo), teve as mãos amarradas e foi jogada no Rio Preto . Dejair foi morto com requintes de crueldade Foto: Rede Social De acordo com as investigações realizadas pela Delegacia da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o autor é apontado como gerente do tráfico de drogas no bairro União. A motivação foi o roubo de um celular de uma moradora do bairro pela vítima. O adolescente, como líder do tráfico no local, resolveu fazer justiça com as próprias mãos, para servir de exemplo para todos. Ele contou que torturou a vítima com pauladas e que depois teria amarrado as mão

SUS incorpora novos tratamentos para doenças raras

Portadores de Mucopolissacaridose tipo I e II terão dois novos medicamentos gratuitos à disposição. Deficiência de Biotinidase, Síndrome de Turner e Hepatite Autoimune também tiveram assistência ampliada


O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer novidades no tratamento de doenças raras. Portadores de Mucopolissacaridoses, tipo I e II, contarão com novas opções de medicamentos: a laronidase e a idursulfase alfa. Já para os acometidos pela Deficiência de Biotinidase, a novidade é a aprovação dos protocolos que orientam a assistência na rede pública de saúde. 

Protocolos que orientam o atendimento para a Síndrome de Turner e a Hepatite Autoimune também foram atualizados e estarão disponíveis nas unidades do SUS no segundo semestre. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças raras afetam até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos, sendo 80% decorrentes de fatores genéticos.

Em geral, as doenças consideradas raras são crônicas, progressivas, degenerativas e não têm cura. No entanto, um tratamento adequado é capaz de reduzir complicações e sintomas, assim como impedir o seu agravamento. A rede pública oferece atendimento integral e gratuito a todas as doenças desse tipo, conforme a necessidade clínica de cada caso. O atendimento é feito com base na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras do Ministério da Saúde.


Desde a criação da política, em 2014, o SUS incorporou 19 exames de diagnóstico e 11 medicamentos, além de organizar a rede de assistência. O Brasil possui sete serviços de referência no atendimento a doenças raras.

Fonte: Ministério da Saúde 

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