Polícia Civil prende suspeito de cometer homicídio em Ubá

Na terça-feira (23/2), a Polícia Civil de Minas Gerais realizou o cumprimento de um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 32 anos, suspeito de praticar homicídio consumado, no município de Ubá, na Zona da Mata mineira, em maio do último ano. Após trabalhos investigativos, a ação foi deflagrada por policiais civis da Delegacia de Homicídios, com apoio da Delegacia Antidrogas da 2ª Delegacia Regional em Ubá. Na ocasião, a vítima, do sexo masculino, foi encontrada morta no interior da casa dela, no dia 23 de maio de 2020. Conforme informações do delegado Bruno Salles Mattos, o laudo pericial concluiu que o homem já se encontrava morto há, aproximadamente, 48 horas, a partir do encontro de seu corpo. Após incessante investigação, apurações indicaram que o crime teria ocorrido em razão do investigado ter pretensão de assumir o bar da vítima e de ficar com os pertences do local. “Uma suposta história de uma sociedade com a vítima foi apresentada. Entretanto, ninguém - ao l

Homem que matou companheira na presença do filho em Caratinga é condenado a 22 anos

Um homem foi condenado nesta sexta-feira, 22 de agosto, em Caratinga, na Zona da Mata, a 22 anos, 4 meses e 24 dias de prisão, em regime inicial fechado, por ter assassinado sua companheira. Foram reconhecidas as qualificadoras do feminicídio, meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime ocorreu na noite do dia 15 de junho de 2017, no Município de Córrego Novo. Depois de discutir com a vítima, que estava deitada, por causa de estragos em sua bermuda, E.H.R. golpeou a cabeça dela com um pedaço de madeira. O crime foi cometido na presença do filho do casal.

O acusado colocou o corpo da vítima em um carrinho de mão, com a intenção de ocultá-lo perto de uma cachoeira na saída da cidade, e mandou que o filho iluminasse o caminho com uma lanterna. Depois de se livrar do corpo, ele foi preso em flagrante e está na prisão desde então.

A qualificadora do feminicídio é reconhecida quando o crime é praticado contra a vítima pela condição do sexo feminino, especificamente no âmbito da violência doméstica e familiar contra a mulher, prevista na Lei Maria da Penha, de agosto de 2006.

No decorrer das investigações, o homem confessou o crime, alegou legítima defesa e solicitou incidente de insanidade mental para atenuar o crime. As alegações não foram confirmadas. Para dosar a pena, o juiz Marco Antônio de Oliveira Roberto levou em conta o fato de o filho ter presenciado as cenas de violência, ser portador de sofrimento mental e fazer uso de medicamento controlado.

O juiz ainda condenou o réu ao pagamento de indenização de R$ 299.400, por danos morais, ao filho, que assistiu a tudo e ainda ficou privado da convivência com a mãe e dos cuidados maternos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional do TJMG

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