Energisa utiliza helicóptero para inspeções na rede elétrica e garante agilidade em 95% dos serviços

Foram investidos R$ 180 mil para inspecionar 580 km de linhas. O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica, serviço essencial para toda a população. Por isso, a empresa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica. Para agilizar as inspeções na rede, a Energisa Minas Gerais conta com equipamentos modernos e um helicóptero para inspeções visuais e termográficas aéreas nas linhas, garantindo maior rapidez. Dentro do planejamento estratégico de investimento na rede, no mês de março, foram inspecionados aproximadamente 580 km de linhas de transmissão, que interligam as subestações da área de concessão da Energisa em Minas Gerais, um investimento de cerca de R$ 180 mil. Utilizando equipamentos de alta tecnologia, com uma câmera das mais avançadas do mercado, acoplada ao helicóptero, é possível identificar, desde o estágio inicial, os locais onde ações corretivas devem ser realizadas de forma programada. A câmera de

Semana reforça importância da doação de medula óssea

Pacientes encontram dificuldades em encontrar doador compatível mesmo com cadastro nacional

Medula produz os componentes do sangue: as hemácias, os leucócitos e as plaquetas - Foto: Divulgação/Ican
Ações de esclarecimento e a conscientização feitas por organizações privadas e públicas serão reforçadas até 21 de dezembro com a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. A intenção é tornar mais fácil a chance de quem precisa de um transplante encontrar um doador. 

Atualmente, aproximadamente 850 pessoas estão em busca de uma medula compatível no País. Apesar de o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) ter mais de 4 milhões de voluntários, as chances de compatibilidade são de um cada 100 mil. Outro problema que dificulta a doação é o fato de alguns doadores não manterem o cadastro atualizado, embora o procedimento seja simples.  

Tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, a medula óssea produz os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. O transplante é destinado a pessoas com tumores que podem comprometer a função da medula, como leucemia, com incapacidade de produzir células e com doenças genéticas, como anemia falciforme e talassemia. 


Como doar

Interessados devem procurar primeiro um hemocentro. No local, é realizado um cadastro com os dados pessoais do futuro doador e coletada uma amostra do sangue para a realização da tipagem dos glóbulos brancos (tipagem HLA). O doador permanece no registro até completar 60 anos de idade e que a convocação para realizar a doação pode demorar alguns anos ou nem chegar a acontecer. 

Para encontrar um doador compatível, o médico inscreve as informações de quem precisa do transplante, incluindo o resultado do exame de histocompatibilidade – HLA (exame que identifica as características genéticas de cada indivíduo), no sistema do Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme). Após aprovação da inscrição do paciente, a busca é iniciada imediatamente. 

Procedimento

A doação é feita de três maneiras. A principal dela ocorre por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Não é possível saber para quem as células foram doadas e um doador pode ser convidado a realizar mais de uma doação.  
Fonte: Governo do Brasil, com informações do
Instituto Nacional do Câncer e Governo de São Paulo

Comentários

Banner cadastramento cartão SUS Campanha Mídia Mineira para o uso de máscaras DJ Fábio Dias Cataguases