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    sexta-feira, 26 de junho de 2026

    “Monumento em Movimento”: Grupo Girarte, Kaê Guajajara e artistas locais celebram ancestralidade em apresentação gratuita nesta sexta

    Performance inédita une o Grupo Girarte à diva pop indígena Kaê Guajajara, além de artistas como Thaylis Carneiro, Flora Amora e Orquestra de Berimbaus do Grupo Abadá Capoeira, para transformar monumento de Amilcar de Castro em um corpo vivo de experimentação artística no encerramento da semana de Arte.

    Foto: Projeto Girarte / Arquivo.

    Nesta sexta-feira, 27 de junho de 2026, às 19h, o Grupo de Pesquisa Girarte convida toda a população para uma grande performance artística na cidade de Cataguases (MG). O Portal Humberto Mauro, icônica obra de Amilcar de Castro localizada na Av. Humberto Mauro, será o palco de uma intervenção artística sem precedentes. A performance “Monumento em Movimento” marcará o encerramento da 2ª Semana de Arte de Cataguases - Ancestralidade como Ponte para Novos Futuros, iniciativa que também conta com patrocínio do Grupo Bauminas através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, promovendo um potente encontro artístico coletivo. Juntos, os artistas irão transformar o monumento urbano em um grande espetáculo sensorial que dialoga com a dança, a música, a arquitetura e o audiovisual. A união dessas diferentes linguagens e manifestações da cultura brasileira tem como objetivo celebrar a memória, o território e as cosmologias indígenas e afro-brasileiras, sob o viés da 
    decolonialidade. 

    Diálogo entre o Cinema, a Natureza e a Cidade Inspirada nos quatro elementos essenciais da natureza como terra, água, fogo e ar, a performance também presta uma homenagem histórica aos 100 anos de “Valadião, o Cratera” (1925), o primeiro exercício cinematográfico de Humberto Mauro realizado em Cataguases. Através de projeções, sonoridades e corpos em movimento, o monumento em aço corten ganha novas potências, e passa a evocar os ciclos da vida e a memória ancestral, valorizando a cultura brasileira com ênfase nos povos originários.


    Com coordenação geral de Mariela Oliveira, direção artística de Marcus Diego e coreografia de Mariana Martins, o espetáculo cria uma atmosfera ritualística e contemporânea. Os bailarinos do Grupo de Pesquisa Girarte, somados à força musical e representatividade de Kaê Guajajara, sons de tambores de Thaylis Carneiro, performance circense de Flora Amora e o ritmo marcante da Orquestra de Berimbaus do Abadá Capoeira, convidam o público a experimentar novos modos de perceber a cidade, sentir a arte e refletir sobre a própria existência e ideia de futuro.

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    Para participação nesta performance o Grupo de Pesquisa Girarte conta com uma equipe artística multidisciplinar altamente capacitada, composta pelos artistas Alan Resende, Derley Ribeiro, Leandro Guimarães, Marcus Diego, Milena Martins, Natália Barros, Tatiane Dias e Poliana de Jesus, além de Fernanda Pinheiro, Priscila Sandes e Augusto César no suporte artístico e operacional.
     
    O Grupo de Pesquisa Girarte conta com o patrocínio do Grupo Bauminas, Energisa e Miba, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Além do apoio da Fundação Bauminas, Instituto Energisa e Escola Estadual Manuel Inácio Peixoto. 

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    Para ficar por dentro de toda programação do Projeto Girarte siga o instagram @projetogirarte ou o site www.projetogirarte.com.br. 

    PERFORMANCE MONUMENTO EM MOVIMENTO - 2ª SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES - ANCESTRALIDADE COMO PONTE PARA NOVOS FUTUROS: 
    Dia: 27/06/2026 sexta-feira - às 19h. 
    Local: Monumento Humberto Mauro (Av. Humberto Mauro - Centro, Cataguases - 
    MG, 36773-012).

    Por Assessoria Girarte

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    Projeto Girarte supera 5 mil atendimentos e fortalece formação artística, e economia criativa na região.

    Iniciativa com sede na cidade de Cataguases, amplia o acesso à cultura e promove a formação de jovens, com patrocínio da Energisa, Bauminas, Miba, CBA e Enercan através de Leis de Incentivo à Cultura.

    Foto: Projeto Girarte / Divulgação.

    O Girarte chega ao fim do primeiro semestre de 2026 com mais de 5 mil pessoas atendidas. As ações acontecem em Cataguases e em cidades da região, com atividades que unem cultura, educação e ações formativas. O projeto atua em três frentes principais: ampliar o acesso à cultura, apoiar o desenvolvimento artístico e viabilizar diálogos entre arte e educação. As atividades incluem oficinas, apresentações, palestras e encontros entre artistas, além do funcionamento da Sala Cênica em Cataguases. 

    Um dos grandes destaques desta temporada do projeto foi o fortalecimento de seu programa de residência artística, que pela primeira vez contou com a participação de uma pessoa menor de idade. Todo o processo seguiu as regras de proteção e garantiu segurança para o desenvolvimento das atividades.
     
    De acordo com a advogada Larissa Reis, que presta assessoria jurídica ao projeto, é essencial o cumprimento rigoroso das etapas de validação jurídica nesses casos, garantindo mais segurança e proteção para jovens em desenvolvimento. Com base nas diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente, a iniciativa reforça a importância de diferenciar atividades formativas da exploração do trabalho, assegurando o direito à cultura, à educação e ao desenvolvimento pessoal e profissional. 

    A participante Poliana de Jesus destaca a importância da experiência. Segundo ela, a vivência no projeto contribuiu para o aprendizado e trouxe mais preparo para seguir na carreira artística. 


    “O programa de residência artística do Projeto Girarte me ajudou muito a evoluir como artista. Sempre tive o sonho de atuar profissionalmente na dança e, com minha participação no Grupo de Pesquisa Girarte, pude aprender muito e entender como é a rotina de uma artista profissional. Com essa oportunidade, me sinto mais preparada para seguir trabalhando com a minha arte”, afirma. 

    Em suas temporadas fomentadas pela Lei Rouanet e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, desde agosto de 2025, o projeto já circulou com suas ações socioculturais pelos municípios mineiros de Cataguases, Itamarati de Minas, Descoberto, São Sebastião da Vargem Alegre, Miraí, Muriaé, Leopoldina, Rosário da Limeira, Argirita, Piraúba e Tocantins. As atividades do projeto foram abraçadas com grande prestígio por diferentes comunidades, como ressalta a diretora escolar Esther Grasseli da E. M. Prefeito Paulo Lima de Descoberto-MG em carta de agradecimento enviada ao projeto: “A dedicação, paciência e didática de toda equipe do projeto, nos faz entender o que é realmente fazer algo por amor. Vocês são inspiração, luz, alegria e levam consigo o amor pela arte, que através do Girarte se multiplica no coração de todos os seus espectadores. Que essa parceria possa se renovar por muitas vezes”. 

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    A diretora escolar Rosane Prata, da Escola Municipal Monsenhor Ibrahim Gomes Caputo, de Piraúba, também destacou o impacto do projeto: “O projeto impactou muito positivamente nossos alunos e a comunidade com as ações realizadas, promovendo não apenas o desenvolvimento artístico e cultural dos estudantes, mas também fortalecendo valores essenciais como criatividade, expressão, disciplina, cooperação e autoestima. As oficinas e apresentações foram experiências enriquecedoras, despertando talentos, incentivando a participação e ampliando o olhar dos alunos sobre a arte como ferramenta de transformação social e humana”. 

    Além das ações itinerantes, o projeto mantém aulas abertas ao público na Sala Cênica, em parceria com a Escola Estadual Manuel Inácio Peixoto, em Cataguases. As atividades são gratuitas e funcionam com público rotativo, permitindo a participação sem necessidade de inscrição prévia. Atualmente, as aulas acontecem nos seguintes dias e horários: 

    Terças-feiras:  
    • 18h00 às 19h30: Introdução à Dança Contemporânea para público a partir de 12 anos. 
    Quartas-feiras: 
    1. 14h30 às 15h30: Yoga aplicada à dança para público a partir de 12 anos. 
    2. 18h00 às 19h30: Danças Urbanas para público a partir de 12 anos. 
    Quintas-feiras: 
    • 09h às 10h30: Dança Contemporânea - Floorwork para público a partir de 15 anos. 
    • 14h às 15h: Ballet Clássico para público a partir de 15 anos. 
    Sextas-feiras: 
    • 09h às 10h: Ballet Clássico para público a partir de 15 anos. 
    • 11h às 12h: Yoga aplicada à dança para público a partir de 12 anos. 
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    Para realização de todas as suas ações o projeto conta com uma equipe artística multidisciplinar altamente capacitada, composta pelos artistas Alan Resende, Derley Ribeiro, Leandro Guimarães, Marcus Diego, Milena Martins, Natália Barros, Tatiane Dias e a artista residente Poliana de Jesus, além das ministrantes de atividades na SALA CÊNICA Mariana Martins, Maria Clara Nascimento e Elisângela 
    Rodrigues, contando ainda com Fernanda Pinheiro e Augusto César no suporte operacional de produção e Priscila Sandes na coordenação artística pedagógica. 

    Na Lei Rouanet, o Projeto Girarte conta com o patrocínio da CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) e da Enercan. Já na Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, o projeto tem patrocínio da Energisa, do Grupo Bauminas e da MIBA, além do apoio cultural do Instituto Energisa e da Fundação Bauminas. 

    Para ficar por dentro de toda programação do Projeto Girarte siga o instagram ou o site.

    O Projeto Girarte também está aberto a novas parcerias e patrocínios. Interessados podem entrar em contato pelo WhatsApp (32) 9 8896-5357 ou pelo e-mail suportegirarte@gmail.com

    Por Assessoria Projeto Girarte

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    quinta-feira, 25 de junho de 2026

    Cataguases ganha mural em larga escala em homenagem a Eva Nil, uma das principais atrizes do cinema mudo brasileiro

    Obra do artista português David Arranhado resulta de quase uma década de intercâmbio cultural promovido pela Vila Santana, iniciativa mantida pela presidente da Fundação BAUMINAS, Andréia Bissoli

    Foto: Redesete.

    Os moradores de Cataguases podem acompanhar de perto a criação de um mural em homenagem à atriz Eva Nil, uma das principais estrelas do cinema mudo brasileiro e personagem fundamental da história cultural cataguasense. Desde o dia 15 de junho, o artista português David Arranhado vem trabalhando na execução da obra, que terá 32 metros de altura por 20 de largura, totalizando aproximadamente 640 m². A pintura seguirá até o próximo domingo, 28 de junho, e todo o processo poderá ser visto pelo público ao vivo.

    O mural ocupa a empena do Hotel Bela Vista, voltada para a Praça Simão José Silva, espaço que recentemente passou por um processo de revitalização e requalificação urbana promovido pelo Grupo BAUMINAS. A proposta convida a população a acompanhar as diferentes etapas da criação artística, observando como uma pintura mural de grandes dimensões ganha forma na paisagem urbana e passa a integrar o cotidiano da cidade.


    A escolha de Eva Nil surgiu a partir de uma pesquisa desenvolvida por David Arranhado sobre personagens fundamentais para a memória cultural de Cataguases. Filha de pai egípcio e mãe italiana, a atriz construiu sua trajetória artística na cidade e alcançou projeção nacional e internacional ao protagonizar filmes dirigidos por Humberto Mauro, tornando-se um dos rostos mais conhecidos do cinema brasileiro nas primeiras décadas do século XX.

    Para Arranhado, a homenagem representa uma oportunidade de aproximar a arte pública da memória coletiva. “O que mais me sensibilizou foi perceber que, apesar da projeção nacional e internacional que alcançou, Eva Nil manteve sempre uma forte ligação a Cataguases, lugar onde viveu grande parte da sua vida e onde a sua memória permanece viva”, afirma o artista.



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    O mural é resultado das ações empreendidas pela Vila Santana. Mantida e Idealizada pela presidente da Fundação BAUMINAS, Andréia Bissoli, a Vila Santana nasceu do desejo de criar um espaço onde arte, natureza, educação, diversidade e convivência pudessem caminhar juntas. Ao longo dos últimos anos, o projeto se consolidou como um ambiente de intercâmbio cultural, recebendo artistas, pesquisadores e criadores para períodos de residência e imersão. Também desenvolve um amplo trabalho voltado à regeneração ambiental por meio da agrofloresta.

    Mas o trabalho da Vila Santana vai além: desde 2021, vem implantando sistemas agroflorestais voltados à recuperação da biodiversidade e à criação de uma floresta produtiva. O projeto combina reflorestamento, produção de alimentos, compostagem de resíduos orgânicos e cultivo de espécies nativas, aromáticas e medicinais. Entre as iniciativas em andamento estão pesquisas sobre o potencial de plantas da região e o cultivo de espécies destinadas à produção de óleos essenciais.

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    Mais do que recuperar áreas degradadas, a proposta busca fortalecer a relação entre pessoas, território e natureza, demonstrando como cultura, educação e sustentabilidade podem atuar de forma integrada no desenvolvimento das comunidades. Nesse contexto, as residências artísticas desempenham papel fundamental. Os artistas são convidados a vivenciar o cotidiano da Vila Santana e desenvolver seus projetos em diálogo com a paisagem, a história local e as transformações em curso no território.

    O mural dedicado a Eva Nil é um dos resultados mais visíveis dessa trajetória. Ao homenagear uma das protagonistas do cinema brasileiro em pleno espaço urbano, a iniciativa conecta memória, arte pública, sustentabilidade e valorização do patrimônio cultural. Integrada ao processo de revitalização da Praça Simão José Silva, a obra contribui para a criação de espaços urbanos mais vivos, acolhedores e conectados à identidade local, reforçando a vocação de Cataguases como referência nacional em cinema, arquitetura, arte e inovação cultural.

    Por Núdia Fusco - Assessoria de Imprensa

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    Kaê Guajajara é confirmada no encerramento da II Semana de Arte de Cataguases

    Uma das principais vozes indígenas da música brasileira contemporânea participa da performance “Monumento em Movimento”, no dia 27 de junho

    Foto: Divulgação.

    A II Semana de Arte de Cataguases acaba de confirmar uma participação especial para sua cerimônia de encerramento. A artista indígena Kaê Guajajara, uma das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea, integra a performance “Monumento em Movimento”, que acontece no próximo dia 27 de junho, às 19h, no Monumento a Humberto Mauro, em Cataguases.

    Cantora, compositora, atriz e ativista do povo Guajajara, Kaê nasceu no Maranhão e foi criada no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Sua trajetória artística tem levado a Música Popular Originária (MPO) aos principais festivais, palcos e eventos culturais do país, consolidando sua atuação como uma das mais importantes representantes da nova cena artística nacional. Por meio de sua obra, a artista conecta ancestralidade, inovação e transformação social, ampliando a visibilidade dos povos indígenas na cultura brasileira.


    A participação de Kaê reforça o conceito central da II Semana de Arte de Cataguases, que nesta edição propõe uma reflexão sobre ancestralidade, memória e futuro a partir do tema “Por uma perspectiva decolonial: Ancestralidade como ponte para novos futuros”.

    A cerimônia de encerramento transforma o Monumento a Humberto Mauro, escultura criada por Amílcar de Castro e localizada na Avenida Humberto Mauro, em um grande espaço de experimentação artística. Intitulada “Monumento em Movimento”, a performance promove uma interação sensorial entre dança, música, arquitetura e audiovisual, inspirada nos quatro elementos da natureza — terra, água, fogo e ar — e em referências às cosmologias indígenas e afrobrasileiras.

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    Em homenagem aos 100 anos de Valadião, o Cratera (1925), primeiro exercício cinematográfico de Humberto Mauro realizado em Cataguases, a performance ressignifica o monumento urbano ao ativar sua estrutura com projeções, movimentos e sonoridades. A apresentação propõe uma releitura contemporânea da memória cultural da cidade por meio de projeções, movimentos e sonoridades. Com direção artística de Marcus Diego, coreografia de Mariana Martins e coordenação geral de Mariela Oliveira, o espetáculo reúne bailarinos do Grupo de Pesquisa Girarte e conta ainda com participações especiais de Flora Amora, Thaylis Carneiro, da Orquestra de Berimbaus do grupo Abadá Capoeira e, agora, de Kaê Guajajara, ampliando o encontro entre diferentes linguagens artísticas e manifestações culturais brasileiras.

    Realizada entre os dias 19 e 27 de junho, a II Semana de Arte de Cataguases promove uma programação gratuita com exposições, espetáculos, oficinas, performances e mostras audiovisuais, ocupando praças, centros culturais, escolas e outros espaços públicos do município. Ao longo de nove dias, artistas, pesquisadores, cineastas, músicos, performers e representantes de povos originários compartilham saberes e experiências que aproximam tradição e contemporaneidade.

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    Todos os eventos contam com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e interpretação em Libras. 


    Para acompanhar a programação completa da II Semana de Arte de Cataguases siga o instagram do evento.

    A II SEMANA DE ARTE DE CATAGUASES — ANCESTRALIDADE COMO PONTE PARA NOVOS FUTUROS conta com patrocínio Master do Grupo BAUMINAS através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA 2024.3807.0089) e Patrocínio da Indústria Cataguases através da Lei Rouanet. Apoio da Fundação BAUMINAS, Instituto Energisa, Grupo Energisa, Prefeitura de Cataguases por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, Polo Audiovisual da Zona da Mata, Animparque e Grupo de Pesquisa Girarte. Parceria Instituto Fábrica do Futuro e Projeto Girarte. A realização é do Studio Catá Arquitetura, Governo do Estado de Minas Gerais e Governo Federal.

    Por Núdia Fusco / Assessoria de Imprensa
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    quinta-feira, 11 de junho de 2026

    Disputa política em Cataguases gera denúncias contra vereador Maguinho

    Vídeo que circula na internet aponta suposto repasse de emenda a entidade ligada a parlamentar; envolvidos negam recebimento e falam em retaliação após pedido de investigação no Hospital de Cataguases


    A escalada de tensão política no município de Cataguases, na Zona da Mata mineira, ganhou novos contornos nesta semana com a difusão de materiais audiovisuais nas redes sociais que questionam a destinação de emendas parlamentares. As gravações em circulação apontam que o vereador Maguinho Nóbrega teria direcionado um montante de R$ 70 mil em verbas impositivas para a Associação Mineira de Apoio à Família (AMAF), entidade civil que possui vínculos históricos com o parlamentar e que funcionaria em sua própria residência.

    O episódio ocorre imediatamente após uma sequência de atritos diretos entre o legislador e o Poder Executivo local. O parlamentar esteve envolvido recentemente no barramento da nomeação para o cargo de Coordenador da Intervenção do Hospital de Cataguases e protagonizou um embate público com o atual interventor da instituição de saúde, Jeferson Freitas, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal realizada no último dia 8 de junho.


    Procurado para se manifestar sobre as alegações, o vereador contestou integralmente o teor das mídias digitais, argumentando que a denúncia foi propagada exclusivamente por meio de um vídeo apócrifo e ressaltando que, até o momento, não há nenhuma representação formalizada no Ministério Público ou em qualquer outro órgão do Poder Judiciário sobre o caso. Maguinho confirmou ter participado da fundação da AMAF no ano de 2008 e reconheceu que sua cônjuge, Erica Serafim Militão, exerceu a presidência da organização em períodos passados. No entanto, o parlamentar alegou que ela já se desligou formalmente do posto administrativo e que a chefia atual cabe a Allan Matos. Ao ser interpelado sobre a permanência do nome de sua esposa nos registros públicos do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) consultáveis na internet, o vereador informou que consultará a assessoria contábil da instituição para averiguar o atraso na atualização cadastral.

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    A respeito dos recursos financeiros sob suspeita, o legislador sustentou que nenhuma emenda de sua autoria foi efetivamente paga ou transferida aos cofres da associação até o presente momento. Segundo a sua versão, o custeio operacional das atividades comunitárias provém de doações do próprio bolso, que ultrapassam a marca de R$ 60 mil ao longo dos anos, e o trabalho de sua família na estrutura se daria de forma estritamente voluntária. Diante do cenário, o político adiantou que formalizará uma ação judicial para apurar a autoria e a veracidade do vídeo disseminado.

    Para o parlamentar, a veiculação do conteúdo anônimo configura uma tentativa de retaliação política motivada por sua atuação na Câmara. O foco principal do desgaste seria a sua articulação voltada à abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), mecanismo parlamentar planejado para fiscalizar de forma minuciosa as contas e as ações da prefeitura durante o período de intervenção no Hospital de Cataguases.

    Em consonância com as declarações, a diretoria da AMAF distribuiu uma nota oficial de esclarecimento nesta quinta-feira (11). O documento afirma categoricamente que a entidade jamais obteve qualquer aporte financeiro oriundo da Prefeitura de Cataguases, do Governo do Estado ou da União, seja por meio de convênios, termos de fomento, colaboração ou contratos públicos. A associação ratificou o caráter não lucrativo de seus serviços de saúde e lazer prestados à população local e colocou seus livros contábeis e documentos à disposição das autoridades de fiscalização e controle.

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    Confira a nota na íntegra abaixo:


    NOTA DE ESCLARECIMENTO

    A Diretoria da Associação Mineira de Apoio à Família – AMAF vem a público esclarecer que a entidade jamais recebeu recursos financeiros da Prefeitura Municipal de Cataguases, do Governo do Estado de Minas Gerais ou do Governo Federal, seja por meio de convênios, termos de fomento, termos de colaboração, contratos ou qualquer outra forma de repasse de recursos públicos.

    Fundada em 2008, a AMAF tem entre seus fundadores o atual vereador Maguinho Nóbrega, que sempre esteve ligado às causas sociais desenvolvidas pela instituição.

    Em determinado período, a associação teve suas atividades reduzidas em razão da falta de recursos financeiros. A retomada dos trabalhos somente foi possível graças ao apoio de voluntários, colaboradores e doadores. Entre eles, destaca-se o vereador Maguinho Nóbrega, que, ao longo dos últimos anos, realizou doações com recursos próprios que totalizam aproximadamente R$ 60.000,00, contribuindo para a manutenção e ampliação das atividades da entidade.

    Com esses recursos e outras doações recebidas, a AMAF tem desenvolvido importantes ações sociais, dentre elas:
    • Mutirões de oftalmologia que já atenderam mais de 3 mil pessoas em Cataguases;
    • Encaminhamento de dependentes químicos para tratamento terapêutico;
    • Atendimento e acompanhamento de pessoas com deficiência;
    • Oferta de atividades gratuitas como balé, zumba, pilates, futebol e outras iniciativas voltadas à inclusão social e à promoção da qualidade de vida.
    A AMAF reafirma que não cobra qualquer valor pelos atendimentos e serviços prestados à população, atuando de forma voluntária e sem fins lucrativos.

    Esclarece ainda que, em período anterior, a esposa do vereador Maguinho Nóbrega exerceu a presidência da entidade. Atualmente, tanto ela quanto o vereador atuam exclusivamente como voluntários nas ações desenvolvidas pela associação.

    Diante de questionamentos e informações inverídicas que vêm sendo divulgadas, a Diretoria reafirma seu compromisso com a transparência e informa que permanece à disposição dos órgãos de fiscalização e controle para prestar quaisquer esclarecimentos e apresentar toda a documentação necessária.

    Cataguases, 11 de junho de 2026.

    Diretoria da Associação Mineira de Apoio à Família – AMAF
    Allan Matos

    Por Mídia Mineira.

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    Vereadores propõem CEI para apurar suposto desvio e falta de transparência durante a intervenção do Hospital de Cataguases

    Pedido de comissão especial aponta passivo financeiro crescente, salários irregulares e recusa no fornecimento de dados após dois anos de intervenção administrativa; Requerimento ainda falta uma assinatura


    A gestão da intervenção pública no Hospital de Cataguases entrou na mira do Poder Legislativo local. Um grupo de parlamentares protocolou um requerimento para a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) com o objetivo de investigar a situação financeira, a legalidade e a transparência das ações tomadas pela prefeitura na condução da unidade de saúde. A iniciativa surge após mais de 24 meses do início da gerência municipal, período marcado por um expressivo endividamento e por questionamentos acerca do cumprimento das obrigações de fiscalização.

    O estopim para a articulação da comissão ocorreu em sessão plenária recente, quando o atual gestor da intervenção admitiu a ausência de documentos que pudessem comprovar o montante exato do passivo financeiro herdado no início do processo, em abril de 2024. Estimativas sugerem que a pendência original, que oscilava entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões, impulsionada por débitos com concessionárias de energia e água, além de empréstimos de gestões anteriores, sofreu um acréscimo superior a R$ 16 milhões durante o período de tutela pública. Com isso, o passivo total estimado do hospital estaria orbitando entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões, conforme apuração preliminar do Portal Mídia Mineira.


    Além da desorganização contábil alegada, a forma de remuneração dos administradores nomeados pelo Executivo tornou-se ponto central das críticas. Segundo os questionamentos parlamentares, os vencimentos mensais, fixados no patamar bruto de R$ 8.800,00, vêm sendo custeados diretamente pelos cofres da instituição hospitalar. Integrantes do Legislativo argumentam que tal prática colide com os parâmetros legais, sob a tese de que os interventores deveriam ser remunerados pela própria municipalidade, apontando ainda suspeitas quanto ao histórico de pagamentos de gestores anteriores.

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    Outro ponto que fundamenta o pedido da CEI é a repetida rejeição ao fornecimento de dados oficiais à Câmara Municipal. Parlamentares relatam que as tentativas de obter esclarecimentos detalhados por meio de requerimentos oficiais foram frustradas sob o argumento de que os dados estariam protegidos por segredo de Justiça no âmbito de processos do Poder Judiciário. Para os autores do documento, essa postura configura uma suposta obstrução das prerrogativas de controle e fiscalização que competem aos vereadores.

    O documento, datado do início de junho de 2026, prevê um prazo inicial de 90 dias para a condução das investigações, caso a proposta consiga a aprovação do plenário. O texto estipula um amplo escopo de atuação, que abrange desde a análise da capacitação técnica dos profissionais escolhidos para a função até a destinação exata de verbas de emendas parlamentares enviadas à instituição, sob a hipótese de desvio de finalidade.

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    Até o momento, o requerimento conta com quatro assinaturas (Maguinho, Giovana Costa, Ricardo Dias e Cristina Santos), ainda insuficientes para a tramitação imediata, que exige um apoio mínimo de cinco assinaturas. Nos bastidores políticos, contudo, os relatos são de uma suposta ofensiva do Executivo para conter a crise; fontes apontam que a estratégia da administração municipal para desarticular o bloco favorável à CEI inclui negociações que envolvem desde o oferecimento de cargos na estrutura pública até a promessa de atendimento prioritário a demandas parlatos de vereadores que optarem pelo alinhamento com o governo. O desfecho prático dessa queda de braço e a eventual abertura das investigações dependerão diretamente do peso dessas costuras políticas na próxima sessão ordinária da Casa.

    Por Mídia Mineira.

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    sábado, 6 de junho de 2026

    Tentativa de criar cargo para apadrinhamento no HC é barrada após atuação do vereador Maguinho

    Projeto de lei do prefeito José Henriques gera discussões na Câmara após tentativa de votação a jato; Vereador disse que plano pretendia nomear parente sem experiência na saúde em vaga superior a R$ 8 mil mensais.


    A tentativa de repactuar o modelo de gestão do Hospital de Cataguases, que se encontra sob intervenção político-administrativa da Prefeitura há mais de dois anos, transformou-se no mais novo palco de uma intensa queda de braço entre os Poderes Executivo e Legislativo local. O estopim da crise foi o Projeto de Lei nº 015/2026, de autoria do prefeito José Henriques, que cria o cargo temporário de Coordenador Executivo da Intervenção do Hospital de Cataguases com salário mensal superior a R$ 8 mil. 

    A proposta prevê o mandato de um ano para o coordenador, com possibilidade de prorrogação enquanto durar a intervenção. A finalidade declarada é monitorar a nova gestão hospitalar, que deve passar para as mãos da equipe do Hospital São Paulo de Muriaé após o que críticos apontam como um fracasso administrativo da intervenção direta do município. 

    A tramitação do projeto, contudo, elevou a temperatura política na cidade. Logo após dar entrada no Legislativo, o presidente da Casa, Vinicius Machado (Agir), tentou, com o perdão do trocadilho, “agir” em  uma manobra para colocar o texto em votação no mesmo dia, sem que passasse pelas comissões temáticas, alegando que precisaria aprovar o projeto para garantir o fechamento com o Hospital São Paulo. A pressa gerou fortes protestos de parlamentares, liderados por Carlos Magno, o Maguinho (Republicanos), presidente da Comissão de Saúde, e Giovana Costa (MDB). A articulação para a votação relâmpago acabou frustrada, impedindo as pretensões iniciais da presidência da Casa.



    O fator "apadrinhamento" e a reunião com o Ministério Público

    O pano de fundo da resistência parlamentar ganhou contornos mais graves após questionamentos sobre as reais intenções por trás da criação da vaga. Informações de bastidores colhidas pela reportagem apontam que o Executivo já teria um alvo definido para a nomeação: o filho de um ex-provedor do Hospital de Cataguases, que possuiria (segundo informações) laços de parentesco com o próprio prefeito José Henriques. O nome teria sido indicado por um ex-vereador, ex-candidato ao Executivo, e contaria com o aval do prefeito e do chefe do Legislativo, Vinicius Machado.

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    Diante do cenário, o vereador Maguinho provocou uma reunião emergencial com o Ministério Público do Estado de Minas Gerais. O encontro contou com a presença do promotor de Justiça Dr. Rodrigo de Barros, do Procurador do Município, Alcino Rodrigues Carvalho, além dos vereadores Vinicius Machado e Giovanni Gropo (AVANTE), presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

    Na reunião, Maguinho e Gropo detalharam o que classificam como inconsistências profundas no projeto original da Prefeitura. Além da total ausência de critérios técnicos para o preenchimento da vaga, o que permitiria que alguém sem qualquer experiência na saúde assumisse a fiscalização de um contrato complexo, os parlamentares apontaram a ilegalidade do artigo 6º da proposta. O polêmico trecho do projeto original tentava blindar o prefeito José Henriques, prevendo que ele não responderia pessoal, civil, administrativa ou penalmente pelos atos do coordenador. Conforme preceitua a Constituição Federal em seu artigo 37, § 6º, tal cláusula de irresponsabilidade prévia é nula, visto que o chefe do Executivo atrai para si a responsabilidade civil objetiva do Estado e o dever legal de fiscalizar seus subordinados, não podendo uma lei municipal anular o que determina a Carta Magna. O projeto também apresentava inconsistências em relação ao cargo que era chamado erroneamente de interventor nos anexos, o que é outra coisa.

    "Vamos colocar pessoas com o intuito de fazer política dentro do hospital ou o poder público deveria colocar uma pessoa técnica?", questionou Maguinho formalmente ao representante do Ministério Público.

    Segundo relatos de Maguinho à reportagem, o promotor Dr. Rodrigo de Barros acolheu os argumentos dos parlamentares. Ficou pactuado no encontro que o responsável por fiscalizar a atuação do Hospital São Paulo em Cataguases deve possuir perfil estritamente técnico, preferencialmente sendo um servidor concursado de carreira vinculado à Secretaria Municipal de Saúde.

    O contra-ataque: O Substitutivo de Maguinho

    Como desdobramento direto do acordo institucional, o vereador Maguinho protocolou um Substitutivo ao PL 015/2026. O novo texto altera radicalmente as regras do jogo e impõe um rigoroso filtro de legalidade e qualificação para o cargo.

    Pelo substitutivo, o candidato à vaga de coordenador precisará comprovar:
    • Formação superior completa;
    • Experiência mínima de 2 anos em gestão hospitalar, auditoria, regulação do SUS ou administração pública da saúde;
    • Inexistência de condenações por improbidade administrativa ou crimes contra a administração pública;
    • Apresentação de certidões negativas cíveis e criminais.
    Além disso, a proposta parlamentar obriga o indicado a passar por uma sabatina pública nas comissões da Câmara antes de assumir e impõe uma rigorosa rotina de prestação de contas, com relatórios trimestrais e comparecimento em audiências públicas a cada seis meses para esclarecer os dados à população.

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    Próximos capítulos e o fantasma das ADINs

    O substitutivo deve seguir os trâmites legais e ir a plenário em breve. Contudo, mesmo se aprovado pela maioria dos vereadores, a batalha jurídica estará longe do fim. O texto dependerá da sanção do prefeito José Henriques, que detém o poder de veto total ou parcial da matéria.

    Caso os vereadores derrubem eventuais vetos do Executivo, a medida corre o risco de parar nos tribunais. É de praxe na atual gestão do município o uso de Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADINs) contra projetos de lei que tenham os vetos rejeitados pelo Legislativo. Também não está descartado Um "jeitinho" por parte do Executivo para colocar no cargo ou em outro a mesma pessoa que ocuparia o cargo de Coordenador Executivo da Intervenção.

    Nesse tabuleiro, a balança tem pendido historicamente a favor do prefeito. Fontes do Legislativo apontam, sob reserva, que a Câmara de Cataguases acumula derrotas consecutivas em processos de ADIN devido a uma suposta inércia jurídica do procurador da própria Câmara, que foi indicado ao cargo pelo grupo político do prefeito e, por vezes, falharia em apresentar defesas robustas junto aos tribunais em favor das leis aprovadas pelos vereadores.

    Enquanto o xadrez político se desenvolve na Câmara e no gabinete do Executivo, a população de Cataguases aguarda para saber se o próximo capítulo da novela do hospital local priorizará a eficiência técnica no SUS ou a acomodação de interesses partidários.

    Por Mídia Mineira.

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    quarta-feira, 3 de junho de 2026

    Homem é preso em Cataguases após agredir ex-companheira dentro de supermercado

    Investigação aponta que suspeito simulou estar armado durante o ataque que só parou com intervenção de testemunhas

    Imagem Ilustrativa.

    A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu preventivamente, ontem, terça-feira (2), um jovem de 24 anos sob a acusação de violência doméstica em Cataguases. O homem é investigado por agredir sua ex-companheira, uma mulher de 30 anos, no ambiente de trabalho dela.

    O crime ocorreu no dia 20 de abril deste ano, nas dependências de um supermercado da cidade. De acordo com as autoridades responsáveis pelo caso, o agressor invadiu o estabelecimento comercial e desferiu múltiplos golpes contra a vítima utilizando um capacete de motociclista, sem demonstrar hesitação diante de clientes e funcionários que presenciavam a cena.


    A violência do ataque foi tamanha que o equipamento de proteção chegou a ficar danificado com o impacto dos golpes. Conforme apontam os levantamentos policiais, as agressões físicas só foram interrompidas quando pessoas que faziam compras e trabalhadores do local decidiram intervir para proteger a funcionária.

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    Além da violência física, o relatório da investigação indica que o suspeito fez menção de estar armado, levando as mãos à cintura de forma reiterada durante o episódio. A conduta espalhou pânico entre as testemunhas presentes no supermercado e intensificou o estado de vulnerabilidade e medo da ex-companheira.

    Diante do cenário de risco e das provas colhidas ao longo do inquérito, a representação pela prisão preventiva foi formalizada pela Polícia Civil local. A corporação reforçou a gravidade do caso pelo fato de o ato ter sido cometido em um espaço público de grande circulação, o que ampliou o potencial de perigo coletivo.

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    Após o cumprimento do mandado judicial e a finalização dos trâmites burocráticos na delegacia, o investigado foi transferido para o sistema prisional da região. Ele passará pelas audiências de praxe e permanecerá recluso, à disposição do Poder Judiciário, enquanto o processo segue em andamento.

    Por Mídia Mineira.

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