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    quinta-feira, 23 de abril de 2026

    Usina centenária da Zona da Mata mineira é transformada em museu-parque aberto ao público

    Inaugurado em 1908 em Piacatuba, complexo histórico responsável pela eletrificação da região ganha novo uso como espaço cultural, educativo e de preservação ambiental




    Localizado no distrito de Piacatuba, em Leopoldina, o antigo complexo da Usina Maurício — considerado o marco inicial da geração de energia elétrica na Zona da Mata mineira — foi revitalizado e passou a funcionar como o Museu-Parque Usina Maurício. O espaço, inaugurado originalmente em 1908, reabre suas portas ao público como um ambiente que integra patrimônio histórico-industrial, educação ambiental e contato com a natureza.

    A revitalização foi realizada pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho com patrocínio do Grupo Energisa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura — a Lei Rouanet —, com execução a cargo da Santa Rosa Bureau Cultural. O objetivo declarado é preservar um patrimônio industrial brasileiro e ampliar o acesso da população à história do desenvolvimento energético regional.


    A história da usina remonta a 1905, quando as obras foram iniciadas em meio aos desafios da eletrificação no interior do país. Para transportar os equipamentos importados — turbinas e geradores — foi necessário construir um ramal ferroviário exclusivo. Inaugurada três anos depois, a usina impulsionou atividades econômicas e urbanas em diversas cidades da região. Mais de um século após sua inauguração, o maquinário original foi preservado no Galpão da Usina, que agora conta com recursos expositivos como narrativas sonoras imersivas para apresentar ao público o funcionamento da antiga hidrelétrica.

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    O complexo está inserido em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) com cerca de 327 hectares de Mata Atlântica preservada. Trilhas ecológicas, passarelas elevadas e áreas de contemplação compõem o roteiro de visitação, que busca articular a memória industrial com temas como sustentabilidade e preservação ambiental. A programação educativa do espaço propõe atividades que atravessam disciplinas como ciências, tecnologia, geografia, história, literatura e educação ambiental, com foco em diferentes faixas etárias.

    O museu-parque oferece três modalidades de visitação: visita espontânea, visita guiada com mediadores e visita guiada voltada para instituições de ensino e grupos organizados. O agendamento é gratuito e pode ser feito de forma online pelo site da Fundação Ormeo Junqueira Botelho. O espaço funciona de quarta a sábado, das 8h30 às 17h, e aos domingos, das 8h30 às 14h. Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail museuparque@fojb.org.br.

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    Para a gerente de Investimento Social do Grupo Energisa, Delânia Cavalcante, o projeto visa ampliar as possibilidades de pesquisa, educação e produção cultural na região. "O Museu-Parque permite que estudantes, pesquisadores e visitantes tenham contato com a história da energia ao mesmo tempo em que exploram temas como sustentabilidade, inovação e preservação ambiental", afirmou. Com a reabertura, Leopoldina passa a contar com mais um espaço dedicado à memória regional e à reflexão sobre o papel da energia na construção do país.

    Por Mídia Mineira com informações 
    e fotos da Energisa.

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