A primeira reunião ordinária de 2014 da Câmara Municipal de Cataguases discorreu de forma tranquila e rápida. Foram apreciados dois projetos na Pauta, sendo que o primeiro, do executivo, dispunha sobre normas para o transporte escolar público e gratuito no município, porém, acabou não sendo discutido, pois o Vereador Vinícius, explicou que o Projeto estava sobrestado e retornando a pauta nesta segunda, porém, havia ficado a cargo da Sra. Sandra da Secretaria de Educação, enviar as alterações para que o vereador apresentasse a emenda ao Projeto, o que aconteceu apenas nesta terça-feira, por volta das 16 horas, não havendo, portanto, tempo hábil para as alterações.
O vereador José Augusto Guerreiro Titoneli, argumentou que as alterações, deveriam passar pelo prefeito e pela procuradoria do município e não vir direto da Secretaria de Educação. Por estes motivos, o Projeto acabou novamente sobrestado.
O segundo Projeto de Lei, do vereador Paulo Sérgio Ribeiro Ventura (Aritana), passou sem problemas e por unanimidade, por ser um projeto autorizativo que permite ao prefeito nomear logradouro público municipal com o nome de: “Rua Carlos Pinto da Silva”.
Grande Expediente
O vereador Serafim Couto Spindola, usou a tribuna para lamentar as demissões, as finanças municipais que deixaram restos a pagar em torno de 8 milhões no primeiro ano de governo e da forma como a assessoria de imprensa da Prefeitura, na pessoa do jornalista Camilo Vória, se portou em relação a uma denúncia realizada pelo vereador sobre a falta de capina no Cemitério Municipal em uma rede social. Segundo o vereador, Camilo não agiu corretamente quando postou fotos posteriores as dele, dizendo que “a oposição é salutar desde que fale a verdade”, Serafim contestou veementemente com severas críticas ao jornalista: “Eu estou falando que ele é um mentiroso, o cemitério não estava capinado [...] podem me acusar de um monte de coisas mas de mentir não” completou o vereador. (Assista ao vídeo com o discurso de Serafim mais tarde aqui no site).
Por último, o vereador Geraldo Majella Mazini, também falou do Concurso Público e sobre a questão dos restos a pagar que a Prefeitura deixou no final de 2013, totalizando cerca de R$ 8 milhões, mas segundo ele, em conversa com o Secretário de Fazenda, Paulo Sergio Ferreira de Souza (Paulete), o valor já teria sido pago em cerca de 50% já no mês de janeiro e que é comum, prefeitos deixarem restos a pagar, nos anos da administração, não podendo acontecer apenas no último ano, para o sucessor.

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