Também o vereador Geraldo Majela, endossou as palavras de Maurício Rufino "Se alguém me disser de maneira pejorativa que eu sou Majella do Carmo ou Majella da Câmara ou de qualquer outro lugar de onde eu trabalho eu não vou gostar" completou o vereador.
Serafim Couto Spindola, se defendeu dizendo que de maneira nenhuma quis atacar a pessoa de Nicolau Siervi e sim a figura do Secretário que segundo ele tinha conhecimento, até então, de que o secretário que seria o responsável para fiscalizar e autuar a COPASA.
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Trecho do Jornal Cataguases utilizado por Serafim para justificar seu entendimento de que Nicolau Siervi teria responsabilidade de fiscalizar a COPASA |
Geraldo Majella pediu ao vereador Serafim para prestar mais atenção em suas palavras e se referiu ao vídeo do Site Mídia Mineira que foi requisitado pela Câmara Municipal. "Se o senhor quiser a gente passa na próxima sessão".
O Presidente, Fernando Pacheco Fialho, pediu desculpas ao secretário, Nicolau Siervi e aplicou uma "Censura verbal" ao vereador Serafim Spindola, evocando o Artigo 326, Parágrafo 2º Inciso I que diz: "Usar, em discurso ou proposição, expressões atentarias ao decoro parlamentar". O presidente aproveitou para propor a formação de um Conselho de Ética na Câmara "Quem não se preocupa com a imagem, não está nem ai mas quem tem um nome a zelar se preocupa muito [...] Nós somos exemplo para a sociedade e não podemos fazer um mal exemplo pra ela" completou o presidente.
O vereador Serafim, contou a nossa reportagem que da mesma forma que entrou com um Mandado de Segurança contra ato da presidência na última sessão (saiba mais aqui), também irá recorrer desta decisão, pois conforme nos disse, o Artigo 326 do Regimento Interno, citado pelo presidente, em seu Parágrafo Único diz que para se aplicar a censura, deve-se ter maioria absoluta em votação secreta do plenário, com ampla defesa, o que segundo ele, não ocorreu.
Assista abaixo ao vídeo dessa parte da sessão:
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