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Energisa
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    Sicred Natal Magalu
    quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

    Energisa está com 32 oportunidades de emprego em Minas Gerais

    As oportunidades estão disponíveis para diversas cidades, com banco de talentos para Muriaé, Ubá, Manhuaçu, Cataguases, Leopoldina, Rio Pomba e São João Nepomuceno


    Se você está em busca de uma nova oportunidade profissional, pode encontrá-la aqui! A Energisa está com 32 oportunidades de trabalho em Minas Gerais, somando vagas diretas e um banco de talentos específico para a região. As inscrições contemplam diferentes cidades, incluindo banco de talentos para Muriaé, Ubá, Cataguases, Manhuaçu, Leopoldina, Rio Pomba, Visconde do  Rio Branco, São João Nepomuceno, Luisburgo, Manhumirim e Realeza. Além disso, a empresa mantém um banco de talentos preferencialmente destinado a pessoas com deficiência e mulheres, reforçando seu compromisso com a diversidade e a inclusão. 

    Os salários variam conforme o cargo, experiência e formação. Além da remuneração, os colaboradores têm direito a benefícios como planos de saúde e odontológico, previdência privada, vale-alimentação ou refeição, auxílio-creche, Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), programas de qualidade de vida e parceria com o Wellhub, que dá acesso a mais de 18 mil academias no Brasil.  


    Além de proporcionar uma série de benefícios, a Energisa Minas Rio também se destaca no cenário corporativo. A empresa foi reconhecida pelo Instituto Great Place To Work (GPTW) como uma das três melhores empresas para se trabalhar em Minas Gerais. Este é o quinto ano consecutivo que a concessionária participa do ranking, sempre obtendo reconhecimento, estando nos últimos três anos entre as quatro melhores empresas.  

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    "Com 120 anos de história, nossa trajetória reflete o compromisso contínuo com nossos colaboradores e a sociedade. Valorizamos a proximidade com o time e a prática de nossos valores, o que nos permite construir uma cultura organizacional forte e inclusiva. Esse reconhecimento pelo Instituto Great Place To Work é uma prova de que estamos no caminho certo, promovendo um ambiente onde todos se sentem valorizados e motivados a contribuir para o crescimento da empresa e da sociedade," afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

    Para se candidatar às vagas, acesse a plataforma de carreiras da Energisa em https://grupoenergisa.gupy.io/. Lá, você pode selecionar o estado e a cidade de interesse, conferir os pré-requisitos e atividades das vagas, e se inscrever. Se não encontrar a vaga desejada, cadastre seu currículo no Banco de Talentos para ser contatado quando surgir uma oportunidade compatível com seu perfil. A Energisa também possui mais de 140 vagas abertas em todo o país para quem tem disponibilidade para outras localidades.  

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    Veja aqui algumas vagas: 

    Fonte: Comunicação Energisa

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    Energisa promove maratona online para buscar soluções contra acidentes com rede elétrica

    Inscrições vão até dia 4 de fevereiro e oferece certificado aos participantes que desenvolverem propostas para reduzir riscos de choques e mortes


    A empresa Energisa vai realizar uma maratona criativa para encontrar alternativas que diminuam os acidentes envolvendo a rede de distribuição de energia. A iniciativa acontece no próximo dia 7 de fevereiro, com duração de 13 horas ininterruptas, das 9h às 22h, em formato totalmente remoto.

    Ligações irregulares, religações feitas sem autorização, corte de vegetação próxima aos fios e pipas presas nos cabos estão entre os principais fatores que provocam incidentes graves, frequentemente com vítimas fatais. A companhia aponta que, mesmo com treinamentos frequentes para suas equipes e ações educativas voltadas à população, os casos continuam ocorrendo em diferentes regiões do país.



    O desafio proposto aos participantes é criar ideias e práticas eficientes para minimizar perigos e aumentar a proteção das pessoas que manipulam ou se aproximam da infraestrutura elétrica. A formulação foi definida em conjunto com a Hackathon Brasil, empresa especializada na organização de eventos colaborativos voltados à inovação.

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    Estudantes universitários e profissionais de diversas áreas podem se inscrever até 4 de fevereiro por meio da plataforma oficial do evento. Embora o cadastro seja individual, a dinâmica exige a formação de grupos com três a cinco integrantes. Quem se inscrever sozinho será alocado em uma equipe durante o próprio evento.
    A organização vai entregar certificado digital de participação para todos os inscritos, desde que o grupo complete as etapas estabelecidas e apresente o projeto final. A maratona aceita profissionais e estudantes de tecnologia, inovação, engenharia e outras formações.

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    A realização do evento reflete a necessidade de encontrar novos caminhos para um problema persistente no setor elétrico brasileiro. A expectativa é que a diversidade de perfis e conhecimentos dos participantes resulte em propostas aplicáveis para reduzir os índices de acidentes relacionados à rede de energia.

    Por Mídia Mineira com informações 
    da Comunicação da Energisa.

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    quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

    Justiça libera retomada de escolas cívico-militares em Minas

    Decisão autoriza continuidade da transição da Escola Estadual Clóvis Salgado em Cataguases para o novo modelo


    A Justiça mineira acatou recurso do governo estadual e derrubou a suspensão que impedia a continuidade das escolas cívico-militares em Minas Gerais. A decisão, assinada pela juíza Janete Gomes Moreira, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte, foi publicada na terça-feira (21) e permite que o modelo de ensino siga operando nas nove unidades já existentes durante o ano letivo de 2026.

    A liminar concedida à Advocacia-Geral do Estado derrubou determinação anterior do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), que havia ordenado a paralisação do programa. Na fundamentação, a magistrada destacou que a suspensão poderia causar "risco de dano irreparável" ao planejamento educacional e prejudicar milhares de estudantes que já haviam efetivado suas matrículas com a expectativa de continuidade do formato.

    A decisão judicial também apontou que a atuação do TCE não deve substituir o julgamento de políticas públicas do Poder Executivo quando não houver comprovação concreta de prejuízo aos cofres públicos. O entendimento reacende um dos debates mais intensos da política educacional mineira nos últimos anos.

    O programa de escolas cívico-militares propõe uma gestão compartilhada entre profissionais da educação e militares da reserva. O modelo foca em disciplina e organização, com militares atuando apenas no apoio à administração escolar, enquanto o currículo pedagógico permanece sob responsabilidade dos docentes e da Secretaria de Educação.

    A iniciativa começou a operar em Minas Gerais durante o governo atual, sendo implementada inicialmente em nove instituições de ensino. O formato passou a enfrentar resistência de setores da sociedade civil, sindicatos e parlamentares de oposição ao longo de 2025, que questionaram aspectos legais, orçamentários e o processo de consulta às comunidades escolares.

    Em agosto do ano passado, o TCE-MG suspendeu a expansão do modelo para novas escolas e determinou a paralisação completa do programa a partir de 2026. O órgão alegou ausência de legislação específica, possíveis irregularidades orçamentárias e suposto desvio de finalidade no uso de recursos públicos para remunerar militares da reserva.







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    A decisão do tribunal de contas gerou forte reação institucional e mobilizações tanto favoráveis quanto contrárias ao modelo. Em dezembro, o pleno do TCE manteve o entendimento inicial e reforçou a determinação de interrupção das atividades nas nove unidades que já adotavam o sistema.

    O governador manifestou satisfação com a reviravolta judicial em evento realizado na quarta-feira (22). Durante atividade sobre parcerias público-privadas voltadas para reformas escolares, a autoridade defendeu que o objetivo do governo não é impor o modelo cívico-militar, mas ouvir as comunidades por meio de audiências públicas.

    A gestão estadual criticou a posição do TCE, questionando a competência do tribunal para tomar decisões relacionadas à área educacional. O discurso reforçou que o formato será aplicado apenas em municípios onde o estado mantém várias unidades, garantindo às famílias a opção entre a escola tradicional e a cívico-militar.

    O secretário estadual de Educação, Rossieli Soares da Silva, confirmou que as aulas começam no dia 4 de fevereiro sem alterações nas datas previstas. Ele anunciou que o estado trabalha na retomada do processo de consulta e na possível expansão do modelo para outras localidades, em parceria com o Corpo de Bombeiros.

    As nove escolas que operam no formato estão localizadas em Belo Horizonte (duas unidades), Contagem (duas unidades), Ibirité, Itajubá, São João del-Rei, Três Corações e Santos Dumont. O governo estadual terá prazo para apresentar documentação complementar ao TCE, mas a decisão judicial garante o funcionamento do modelo até julgamento definitivo do mérito.

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    Cataguases

    A decisão judicial pode ter impacto direto em municípios da Zona da Mata que participaram das consultas para adesão ao modelo. Em Cataguases, a Escola Estadual Clóvis Salgado aprovou a implementação do formato cívico-militar em julho de 2025, em votação apertada que teve 89 votos favoráveis contra 86 contrários. A diferença de apenas três votos evidenciou a divisão na comunidade escolar local, com maioria dos professores contrária ao projeto e maior apoio entre pais e responsáveis.

    Com a liberação judicial, escolas como a Clóvis Salgado que aprovaram o modelo em consulta comunitária poderão seguir com os trâmites de implementação, dependendo da análise técnica e disponibilidade orçamentária do governo estadual. A situação coloca a instituição cataguasense entre as possíveis candidatas à expansão do programa, ao lado de outras unidades pré-selecionadas em todo o estado que também realizaram consultas entre junho e julho de 2025.

    Por Mídia Mineira.

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    MPMG obtém condenação da Copasa a indenização de R$ 5 milhões por omissões no enfrentamento de crise hídrica

    A decisão também obriga a empresa à realização de obras de infraestrutura


    O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Justiça do Consumidor de Bom Despacho, no Oeste do estado, obteve na Justiça condenação da Copasa a indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos devido a omissões que se desdobraram em amplo desabastecimento de água na cidade em setembro de 2017. A decisão também obriga a empresa à realização de obras de infraestrutura que garantam abastecimento ininterrupto, adequado e eficiente de água a toda a comunidade. As obrigações envolvem implantação de sistema de captação de água em outros mananciais além do rio Capivari e instalação de mais reservatórios em volume compatível com a demanda atual e futura.



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    Na época dos fatos, um forte período de estiagem desencadeou cortes em diversos bairros, ocasionando 62 denúncias de consumidores em apenas três dias, incluindo casos graves de risco à saúde de usuários do sistema de abastecimento. Os relatos envolveram descumprimento do rodízio de abastecimento previsto pela companhia, fechamento provisório de escola pública e desabastecimento por sete dias da casa onde morava uma criança que recebia tratamento contra um câncer. 

    A Justiça reconheceu que a forte estiagem baixou o volume de águas do rio Capivari a um nível crítico, porém acatou a tese do MPMG de que a empresa foi omissa ao não adotar medidas estruturais preventivas para enfrentamento da seca. Laudo pericial levado em conta pela Justiça atestou que "o problema ocorrido em meados do mês de agosto/2017 não corresponde a um vício oculto, sendo possível de ser previsto e evitado através de manutenções preventivas como a verificação, acompanhamento e monitoramento da vazão do Rio Capivari".

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    De acordo com o texto da sentença, a condenação por danos morais coletivos levou em conta que "a interrupção prolongada de um serviço essencial como o abastecimento de água potável, afetando a integralidade de um município, violou de forma grave e intolerável a paz social, a saúde pública, a tranquilidade e o bem-estar da coletividade". A situação, segundo a Justiça, foi além de um mero incômodo, gerando também "angústia, impotência e indignidade que atinge o patrimônio moral da comunidade como um todo".

    Fonte MPMG

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    terça-feira, 20 de janeiro de 2026

    Zona da Mata mineira sob alerta: tempestades podem trazer chuvas de 100 mm e ventos de até 100 km/h segundo o Inmet

    Aviso vale para as 143 cidades da Zona da Mata e Energisa reforça monitoramento

    Imagem: divulgação Inmet.

    Moradores das 143 cidades que compõem a Zona da Mata de Minas Gerais devem redobrar a atenção nos próximos dias. O alerta emitido pelo Inmet aponta para a chegada de um sistema meteorológico capaz de provocar precipitações volumosas e rajadas de vento significativas até o final de semana.

    As previsões indicam acumulados pluviométricos que podem alcançar a marca de 100 milímetros, acompanhados por ventania com intensidade que pode atingir 100 quilômetros por hora. O cenário preocupa especialmente em municípios onde há ocupações próximas a cursos d'água e terrenos inclinados.

    A característica típica desta época do ano se manifesta através de precipitações concentradas em curto período, fenômeno que eleva consideravelmente o potencial de inundações urbanas e rurais. Comunidades localizadas nas proximidades de rios e em áreas com declive acentuado enfrentam maior vulnerabilidade diante do volume esperado.

    Além dos transbordamentos, a saturação do solo representa ameaça concreta de deslizamentos em encostas. Sinais como rachaduras no terreno, desprendimento de fragmentos rochosos ou sons indicativos de movimentação de terra devem ser interpretados como indicação para abandono imediato do local, seguido de acionamento das autoridades competentes.


    A Energisa, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região, mantém ativo seu protocolo específico para o período de chuvas. O monitoramento climático acontece de forma ininterrupta através de plataforma tecnológica especializada, com análise meteorológica dedicada e equipes adicionais mobilizadas para atendimento emergencial.

    Recursos como veículos aéreos não tripulados são empregados na inspeção de pontos considerados críticos, enquanto o centro de operações acompanha o funcionamento da rede de distribuição sem interrupções, 24 horas por dia. A estratégia visa minimizar o tempo de resposta em situações adversas.

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    Filipe Dini, responsável pela área operacional da Energisa Minas Rio, ressalta que a estruturação prévia dos procedimentos permite ação mais eficaz tanto na prevenção quanto na recuperação após eventos climáticos severos. Segundo ele, a organização antecipada contribui para maior segurança da população.

    Entre as orientações de segurança, destaca-se a proibição absoluta de atravessar trechos inundados, uma vez que a água pode ocultar cabos energizados, buracos ou outros perigos invisíveis. O contato com aparelhos conectados à rede elétrica durante tempestades também deve ser evitado.

    A população não deve, em hipótese alguma, tentar remover vegetação ou quaisquer objetos que estejam sobre fiação. Mesmo cabos aparentemente inativos podem estar conduzindo corrente elétrica, representando risco fatal. A recomendação é manter distância segura e comunicar imediatamente a concessionária.

    Quem estiver em via pública durante a passagem de temporais deve procurar abrigo adequado, longe de postes, vegetação de grande porte, estruturas comprometidas ou acúmulos de água. A proximidade com esses elementos aumenta consideravelmente os riscos de acidentes.

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    A instabilidade atmosférica deve persistir ao longo da semana, com ocorrências de chuvas típicas da estação. O acompanhamento constante das condições meteorológicas se torna fundamental para que a população possa se preparar adequadamente.

    Para situações de emergência relacionadas ao fornecimento de energia, a Energisa disponibiliza atendimento contínuo através de diferentes canais digitais e telefônicos. O aplicativo Energisa On, a assistente virtual Gisa, o site oficial da empresa e o número gratuito 0800 032 0196 funcionam 24 horas.

    A Defesa Civil permanece em alerta para coordenar eventuais ações de resposta a ocorrências relacionadas às chuvas. A orientação geral é que a população mantenha atenção às atualizações meteorológicas e siga rigorosamente as recomendações de segurança divulgadas pelos órgãos competentes.

    Por Mídia Mineira com informações da Energisa,

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    terça-feira, 13 de janeiro de 2026

    Homem é morto e tem membros mutilados dentro de cela na Penitenciária de Muriaé

    Outro preso confessou o assassinato e alegou intolerância com orientação da vítima

    Foto: Site do Silvan Alves

    Um caso de violência extrema na Penitenciária Dr. Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé, chocou a população nesta segunda-feira. Douglas Cristóvão Fernandes, de 37 anos, foi encontrado sem vida dentro de uma cela do presídio com sinais de mutilação.

    O corpo da vítima apresentava amputações das duas mãos e de um dos pés. Segundo informações preliminares da investigação, os membros teriam sido serrados. Além das mutilações, o preso também sofreu agressões antes de ser morto.

    Natural de Caratinga, Douglas cumpria pena na unidade prisional por delitos relacionados à posse de entorpecentes e furto. A descoberta do corpo mobilizou as equipes de segurança do presídio e as forças policiais da região.

    Durante os procedimentos iniciais, outro detento que dividia a mesma cela se apresentou como autor do assassinato. Em depoimento, ele relatou ter sufocado a vítima utilizando um lençol e justificou a ação alegando que se recusava a compartilhar o espaço com Douglas.


    A motivação apresentada pelo suposto autor foi a revelação da orientação homossexual da vítima. O detento teria afirmado que não aceitava dividir a cela com alguém nessa condição, o que teria desencadeado a ação letal.

    O corpo foi encaminhado pela funerária de plantão ao Instituto Médico Legal de Muriaé para realização de exame necroscópico. A autópsia deve esclarecer detalhes sobre a causa da morte e a sequência dos ferimentos.

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    A Polícia Civil compareceu ao local e realizou a perícia da cena do crime. Peritos criminais coletaram evidências e documentaram o estado da cela onde ocorreu o homicídio.

    O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A equipe especializada deve apurar as circunstâncias do crime, incluindo como o detento teve acesso aos instrumentos utilizados para as mutilações.

    O episódio levanta questionamentos sobre a segurança interna da unidade prisional e os protocolos de convivência entre detentos. A direção do presídio não se manifestou oficialmente sobre o caso até o momento.

    Este tipo de crime dentro do sistema penitenciário brasileiro frequentemente expõe fragilidades na gestão das unidades e na proteção dos presos. Casos de violência motivada por intolerância não são incomuns no ambiente carcerário do país.

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    A Penitenciária Dr. Manoel Martins Lisboa Júnior é uma das principais unidades prisionais da Zona da Mata mineira. O estabelecimento abriga centenas de detentos cumprindo pena por diversos tipos de crimes.

    A DHPP deve ouvir outros presos e funcionários do presídio para reconstituir os fatos. O detento que confessou o crime permanece custodiado e deverá responder judicialmente pelo homicídio qualificado.

    As autoridades ainda não divulgaram se haverá transferência do acusado para outra unidade prisional ou se medidas adicionais de segurança serão adotadas no local.

    Por Mídia Mineira.

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    quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

    Ex-Deputado Fernando Pacheco aciona Ministério Público e denuncia "caos trabalhista" no Hospital de Cataguases

    Representação cidadã detalha atrasos salariais, retenção de valores de empréstimos consignados e questiona gestão sob intervenção municipal. Trabalhadores relatam situação de "angústia e desespero"


    A intervenção da Prefeitura de Cataguases no Hospital de Cataguases (HC), que deveria estabilizar a instituição, tem se mostrado insuficiente para resolver os problemas crônicos que afetam trabalhadores e a continuidade dos serviços de saúde na região. Em representação apresentada ao Ministério Público de Minas Gerais nesta terça-feira (6), o economista e ex-deputado estadual Fernando Pacheco detalha um cenário de irregularidades que se agravaram mesmo sob gestão do poder público municipal, comandada pelo prefeito José Henriques.

    No documento entregue à Primeira Promotoria de Justiça da Comarca de Cataguases, Pacheco aponta que funcionários do hospital seguem sem receber direitos básicos, incluindo 13º salário atrasado, vale-alimentação dos últimos dois meses. A situação, segundo o representante, compromete a dignidade dos trabalhadores e coloca em risco a prestação de serviços essenciais à população.


    Mais grave, porém, é a denúncia de que o hospital estaria descontando valores de empréstimos consignados da folha de pagamento dos funcionários, mas não repassando os recursos às instituições financeiras. A prática, caso confirmada, deixa trabalhadores com os nomes negativados e enfrentando cobranças indevidas, mesmo tendo os descontos devidamente registrados nos contracheques. Segundo jurisprudência dos tribunais superiores citada na representação, a conduta pode configurar apropriação indébita e gera responsabilização civil, trabalhista e até penal dos gestores.

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    A representação também questiona a condução política da intervenção. Pacheco relata que é "público e notório" no município a contratação de pessoas para atender compromissos políticos, seja para cumprir promessas de campanha ou atender indicações de vereadores da base governista. A denúncia aponta violação aos princípios constitucionais da impessoalidade e moralidade administrativa, além de agravar o desequilíbrio financeiro da instituição que deveria estar em recuperação.

    Em um vídeo divulgado em sua rede social, Pacheco disse que não pode concordar com a situação que a instituição centenária está passando e pediu para que os cataguasenses "cerrem fileiras" na busca pelas melhorias do Hospital de Cataguases.

    Entre os pedidos ao Ministério Público, Fernando Pacheco solicita ainda: auditoria independente das contas do hospital, priorização imediata do pagamento de verbas alimentares aos funcionários, apuração sobre o uso de recursos públicos e até mesmo a nomeação judicial de um interventor técnico e imparcial, desvinculado de interesses político-partidários. O ex-deputado também pede a criação de uma Comissão Consultiva da Sociedade Civil para acompanhar a gestão hospitalar e investigação sobre outras irregularidades, como o monitoramento de funcionários por câmeras com captação de áudio, a não implantação de uma usina fotovoltaica prevista e o suposto desuso de duas usinas de oxigênio, correndo o risco de não mais poder ser utilizada enquando o HC compra oxigênio de outros fornecedores. Tanto a usina fotovoltaica quando a de oxigênio representaria economia substancial nos custos daquela Santa Casa.

    Assista abaixo ao vídeo de Pacheco no Instagram:

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    A situação do Hospital de Cataguases evidencia que a intervenção municipal, iniciada como solução para a crise institucional, não tem conseguido interromper o ciclo de problemas administrativos, financeiros e trabalhistas. Enquanto isso, funcionários seguem sem garantias básicas e a população regional permanece refém de incertezas sobre a continuidade de um serviço essencial. O Ministério Público agora terá a missão de avaliar as denúncias e determinar se medidas urgentes mais efetivas precisam ser adotadas para proteger tanto os trabalhadores quanto o interesse público.

    Confira abaixo cópia do documento que foi entregue ao MP:








    Por Mídia Mineira.

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    Ivonete Lacerda assume presidência da Câmara de Muriaé

    Eleita por 1 voto de diferença, vereadora de primeiro mandato se torna a segunda mulher a comandar o Legislativo municipal em 170 anos




    A Câmara Municipal de Muriaé iniciou o ano de 2025 com mudanças no comando. A vereadora Ivonete Lacerda Assis Andrade, 44 anos, tomou posse como presidente do Legislativo nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro, após ter sido escolhida para o cargo em votação realizada no dia 15 de dezembro.

    A eleição da mesa diretora registrou placar apertado. A chapa encabeçada por Ivonete venceu por apenas um voto de diferença, com nove votos favoráveis contra oito. Todos os parlamentares participaram da escolha.

    A composição da mesa diretora ficou definida com Léo Pereira como vice-presidente, Cássia Ribeiro na segunda vice-presidência, Munik Helena ocupando a primeira secretaria e Kerlim Protetor como segundo secretário. O grupo comandará os trabalhos legislativos ao longo de 2026.

    Este será um ano de desafios para a nova presidente, que está em seu primeiro mandato como vereadora. Antes de ingressar na política, Ivonete construiu carreira na área educacional, atuando como professora e dirigindo unidades escolares da rede pública municipal.


    A formação acadêmica da parlamentar inclui graduações em Matemática e Pedagogia, além de pós-graduação em Inspeção Escolar. Durante sete anos, esteve à frente da Escola Estadual Engenheiro Orlando Flores, localizada no bairro Dornelas.

    A cerimônia de posse contou com presença de autoridades regionais, incluindo representantes de Cataguases, entre eles o ex-deputado Fernando Pacheco Fialho. O evento marcou um momento histórico para o município, que completará 170 anos de emancipação em maio.


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    Durante seu pronunciamento, Ivonete apresentou as diretrizes que pretende seguir à frente do Legislativo. A parlamentar destacou projetos relacionados a temas como inclusão, acessibilidade, sustentabilidade e combate à discriminação.

    A presidente eleita também mencionou iniciativas voltadas para educação e proteção de mulheres em situação de violência doméstica como áreas prioritárias de atuação. Esses temas constam entre as proposições que ela apresentou em seu primeiro ano de mandato.

    No discurso de posse, a vereadora enfatizou que a gestão da Casa vai além da elaboração de normas legais. Segundo ela, o trabalho exige postura exemplar dos parlamentares em relação à condução dos recursos públicos.

    A nova presidente anunciou compromisso com controle rigoroso dos gastos e fortalecimento dos mecanismos de fiscalização interna. A gestão promete priorizar eficiência administrativa e transparência nas ações do Legislativo.
    Presidir esta Casa exige ir além da produção de Leis somente, exige dar exemplo. Exemplo de responsabilidade administrativa, rigor com os gastos públicos, fortalecimento do controle interno e absoluto respeito a cada centavo do dinheiro de cada cidadão muriaense. Esta presidência terá como compromisso central uma Câmara enxuta, eficiente, transparente e fiscalizadora.”, ressaltou em seu discurso de posse.
    Ivonete assume a presidência da Câmara como a segunda mulher a ocupar o cargo na história de Muriaé. A conquista representa avanço na representatividade feminina nos espaços de poder do município.


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    O mandato à frente do Legislativo municipal terá duração de um ano, período em que a parlamentar será responsável pela coordenação dos trabalhos legislativos e pela administração da estrutura da Câmara. A gestão começou oficialmente com a cerimônia desta segunda-feira.

    Por Mídia Mineira.




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